Eu sei, mas não devia
Publicado por Regina Volpato em 11 dez 2007 | Sob: Corrente do Bem
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.










Olá Regina,vou escrever uma mensagem que me mandaram e que acredito fazer algum sentido…
Hoje existem edifícios mais altos e estradas mais largas,porém temperamentos pequenos e pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, porém desfrutamos menos.
Temos casas maiores, porém famílias menores.
Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimento, porém menos discernimento.
Temos mais remédios, porém menos saúde.
Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos VALORES HUMANOS.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.
Chegamos á Lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer nosso vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral.
É tempo de mais liberdade, porém de menos alegrias.
Tempo de mais comida, porém de menos vitaminas.
Dias em que chegam dois salários em casa, porém aumentam os divórcios.
Dias de casa mais lindas, porém de lares desfeitos.
Por isso proponho que de hoje para sempre…
Você não deixe nada “para uma ocasião especial”
porque cada dia que você vive é uma ocasião especial.
Leia mais, sente na varanda e admire a paisagem sem se importar com as tempestades.
Passe mais tempo com seus amigos, coma sua comida preferida, visite os lugares que ama.
A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados , não apenas para sobreviver.
Use suas taças de cristal, não guarde seu melhor perfume , é bom usá-lo cada vez que sentir vontade.
As frases: ” Um desses dias”, Algum dia”, elimine-as de seu vocabulário.
Escreva aquela carta que pensava escrever” Um desses dias”
Diga a seus familiares e amigos o quanto os AMA.
Não protele nada daquilo que somaria á sua vida…sorrisos e alegria.
CADA DIA , HORA e MINUTO SÃO ESPECIAIS ….e VOCÊ NÃO SABE SE SERÁ O ÚLTIMO….
Obs: Espero que tenha gostado.
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!GRANDE BEIJO!!!!!!!!!!!!!!!!
!!!!!!!!!!!!!!!!!!FICA COM DEUS!!!!!!!!!!!!
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!AMO VOCÊ!!!!!!!!!!!!!!!!
Sou muito sua fã. Te adoro e te admiro demais!
CARA REGINA,COMO VAI?ESTOU FELIZ POR PODER FALAR QUE SOU SUA Fã,e que adoro o seu programa.Encontrei seu blog por acaso e achei muito legal.Sou mineira ,moro no interior,numa cidade chamada Gouveia.NUNCA fui a São Paulo ,mas tenho um sonho de um dia conhecer a cidade.Quem foi, me diz que gostou, mas disse tambem que o ar e´muito poluído. QUERO APROVEITAR E LHE DESEJAR UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE SUSSESO.De sua admiradora .MARINA…
Oi Regina,
Que texto maravilhoso, não é mesmo?! Realmente não devíamos nos acostumar com tanta correria, e deixar de perceber os lugares lindos por onde passamos diariamente, as folhas que caem e as flores que brotam a cada estação, isso sem falar nos pássaros que cantam perfeitamente todas as manhãs e nem sequer ouvimos. E diante de tudo isso, os anos passam e nos deparamos com as tecnologias que são usadas não só ao nosso favor mas “contra” nós também, quando lemos ou assistimos os jornais são as guerras que nos impressionam todos os dias. O tempo passa, deixamos de ser crianças, deixamos os brinquedos de lado para experimentar um pouco do mundo, ter responsabilidades que antes não tinhamos. Mas muitas crianças têm experimentado pelo menos um pouco desses nossos “costumes”. Sempre que posso, páro para ver as belezas que muitas vezes não “vemos”, olhar para o céu à noite e ver como a lua e as estrelas são lindas, e melhor ainda saber que foi Deus quem fez tudo isso.
Beijos, fique com Deus!!!
Obs.: Você tava linda no programa de ontem, você fez alongamento nos cabelos? Estavam lindos.
Oi, Regina!
Realmente é mais cômodo ficarmos quietos como se tudo a nossa volta permanecesse inalterado… E é aí que corremos o maior risco das nossas vidas: deixá-las sem sentido. Uma vida sem metas, sonhos, força de vontade e fé é insignificante e vaga. Quando isso acontece, faço uma pergunta para mim mesma: “Qual foi a melhor coisa que já aconteceu em minha vida?” E é a partir daí que percebo que os melhores momentos foram criados quando acreditei nos meus sonhos e lutei para atingi-los, mesmo que as condições pudessem facilmente me desanimar. Ou aqueles em que segui meus sentimentos e tive coragem de dizer um “não concordo, não aceito”.
Ao ler este texto, lembrei-me do poema “Quem morre?”, cujo link encontra-se a seguir:
http://www.chicoalencar.com.br/chico2004/chamadas/neruda150704.htm
Um beijo e que Deus te ilumine sempre!
Olá Regina,
É interessante como nos acostumamos com tão pouco. Gostar de gostar é careta; dizer eu te amo é o maior mico; abraçar uma árvore (tá louca tadinha); mandar flores nem pensar; brindar é cafona; e lá se vai a vida como um sopro e quando nos damos conta já se passaram, no meu caso quase 4.5, é mole! Mas já há algum tempo resolvi que deveria ser eu mesma. Vivemos vestindo personagens a maior parte do tempo e esquecemos que o mais importante é você ser você, gostar de você, para poder assim saber gostar. Esquecemos que o Universo nos brinda a cada dia com suas maravilhas e o mais legal DE GRÁTIS. Não tenha vergonha de abraçar, de mandar flores, de abraçar uma árvore, de dizer que bom que você está aqui, de pedir ajuda, de dizer Eu te Amo, e agradecer pela vida em toda sua plenitude. O passado não volta e o futuro depende de como trabalhamos o presente; então que o PRESENTE seja vivido intensamente.
Que Deus te ilumine!
Que a paz seja uma constante.
Que as estrelas do bem te ilumine e te guie.
Muita Paz!
Namastê!
Oi Regina,
Olha eu aqui de novo.
Recebi de uma amiga e achei que deveria repassá-lo.
Beijos,
Veronica Terezinha
A MARCA QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal.
O nome dela era “Uma informação, por favor” e não havia nada que ela não soubesse. “Uma informação, por favor” poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei: O telefone!
Rapidamente fui ate o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: “Uma informação, por favor”.
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.
“Informações.”
“Eu machuquei meu dedo…”, disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.
“A sua mãe não está em casa?”, ela perguntou.
“Não tem ninguém aqui…”, eu soluçava.
“Está sangrando?”
“Não”, respondi. “Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo…”
“Você consegue abrir o congelador?”, ela perguntou.
Eu respondi que sim.
“Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo”, disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação, por favor” por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.
Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que esta crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: “Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria para gente e, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?”
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:
“Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também…”
De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor. No outro dia, lá estava eu de novo. “Informações.”, disse a voz já tão familiar. “Você sabe como se escreve exceção?”
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. “Uma informação, por favor” pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.
Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.
Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi: “Uma informação, por favor”. Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:
“Informações.”
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: “Você sabe como se escreve exceção?”
Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: “Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul.”
Eu ri. “Então, é você mesma!”, eu disse. “Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.”
“Eu imagino”, ela disse. “E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.”
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã. “É claro!”, ela respondeu.
“Venha até aqui e chame a Sally.”
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã.
Quando liguei, uma voz diferente respondeu :
“Informações.” Eu pedi para chamar a Sally.
“Você é amigo dela?”, a voz perguntou.
“Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.” “Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente.
Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.
“Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: “Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?
“Sim.”
“A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler para você.”
A mensagem dizia: ” Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também.
Ele vai entender.”
Eu agradeci e desliguei. Eu entendi…
NUNCA SUBESTIME A “MARCA” QUE você DEIXA NAS PESSOAS .
Devemos sempre estar atentos com o que falamos e fazemos para as pessoas que passam por nossas vidas.
Agindo assim aumenta muito a probabilidade de deixarmos registradas LINDAS MARCAS em seus corações!!!!
O texto diz muita coisa que a gente nem percebe, exatamente por estarmos acostumados com todas essas coisas. Me identifiquei com a maioria das situações, é engraçado como só percebemos certas coisas quando alguém nos
As vezes o dia passa em um piscar de olhos, nem percebemos quantas atividades exercemos durante aquele dia, e não é errado trabalhar muito ou estudar muito, o problema é que poucas vezes damos valor as pequenas coisas, coisas simples que fazem a diferença no nosso cotidiano.
Ola Regina! Belo texto ! Já tinha lido antes e me encantei como ele diz exatamente o que nos tempos de hoje estamos vivendo! E nos -os urbanos- chamos os rurais de “caipiras” Por que né? Porque eles sabem apreciar e cuidar,zelar o que que a natureza nos da de bonito? Há pouco tempo na Tv passava uma propaganda( se eu nao me engano era de uma concessionária – a FIAT)mostrando isso mesmo que o texto relata!
Na propagando, pousava um beija-flor na planta e a familia toda ficava encantada, como se nunca visse o pássaro! Sendo que a ideia da propaganda era um carro usada para passeios em trilhas,com a natureza…E e isso mesmo! Acabamos nos acustumando com as coisas mais absurdas que existem!
Tem um paragrafo no texto que me chama a atençao: “A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos”. Isso mostra que estamos sempre aos pés da mídia! Existe um tipo de beleza na midia que vem modificando as mulheres! Hoje em dia uma mulher vai no cabeleleiro e fala: ah ! Eu quero um corte igual da Juliana Paes! Vai na loja e ver que tem um produto na loja á la Fernanda Lima,e compra! E isso vai modificando a personalidade das mulheres, acaba que elas perdem o propio gosto, o gosto de se sentir bem na quilo que esta fazendo! Bom é só isso!
Parabens pelo blog esta cada mais maravilhoso! Nos faz refletir muiiiiiiiiito, pelo menos pra mim!
Um grande Beeeeeijo! Te Amoo !
O texto diz muita coisa que a gente nem percebe, exatamente por estarmos acostumados com todas essas coisas. Me identifiquei com a maioria das situações, é engraçado como só percebemos certas coisas quando alguém nos lembra ou lemos em algum lugar, aí pensamos “é assim mesmo”, mas continuamos fazendo tudo igual no dia seguinte. É importânte que a leitura sirva como lição de vida, aprendizado mesmo, para que cada dia possamos crescer como pessoa e viver cada momento tornando assim o hoje seja sempre melhor do que ontem, e assim por diante.
As vezes o dia passa em um piscar de olhos, nem percebemos quantas atividades exercemos durante aquele dia, e não é errado trabalhar muito ou estudar muito, o problema é que poucas vezes damos valor as pequenas coisas, coisas simples que fazem a diferença no nosso cotidiano. Quem disse que não podemos parar de trabalhar pra cumprimentar um amigo? pra contar uma piada? pra oferecer um sorriso?
Essas pequenas coisas podem mudar o nosso dia e o dia das pessoas a nossa volta.
Nos ACOSTUMAMOS…
Nos DESACOSTUMAMOS…
Foram as mensagens dos dois últimos textos do blog.
Talvez isso signifique que assim seja mesmo a vida: Feita de ROTINA pra que possamos perceber quem realmente somos, o que realmente queremos e para entender o sentido e o pra quê da nossa existência; e ESTRANHAMENTO pra que possamos refletir frente ao novo, ao diferente, para tentar entendê-los e aceitá-los. Porque sabemos que na vida é normal e NECESSÁRIO nos acostumarmos com ALGUMAS coisas, e que também outras coisas “se acostumam de nós”, mas o importante é saber com o quê se acostumar, quais costumes e descostumes que nos fazem viver melhor. O importante não é ter que mudar só por mudar, é mudar pra MUDAR.
Ai, Regina…viajei legal aí no que escrevi, mas me dá um desconto, tá?! É que tô feliz com uma mudança na minha vida, com algo que eu quis mudar, que eu nunca me acostumei, e agora consegui perder o costume de, “Em doses pequenas, tentando não perceber, ir afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.”
Minha mãe me aceitou de volta em casa e, apesar do medo de que todos os problemas e as dores voltem, tô muito feliz por TENTAR fazer diferente mesmo correndo risco e talvez podendo evitar “feridas e sangramentos”, mas aí eu estaria também correndo o risco de me acostumar com o que é mais cômodo e mais certo e deixaria “minha vida se perder”.
Adorei o texto, viu?! Me identifiquei muito.
É bom que as pessoas procurem mesmo se encontrar. Acho que finalmente to achando um caminho. Obrigada por tudo… até pelo que você nem imagina que me ajuda.
Bjão, Regina.
s2
BOA NOITE!
JOVEM SENHORA:
O MUNDO É REDONDO!
Quantas vezes, paramos para sentir a imensidão da magnitude do globo terrestre?
É importante refletirmos sobre problemas que, de um modo ou de outro, afetam o homem na sua ação e colaboração, íntima com a sociedade em um todo.
O mundo vivido por nós é como um sistema de valores, costumes e comportamentos reflexivos em função do meio em vivemos.
O se humano tem múltiplas percepções a respeito dos milhares fenômenos que ocorrem em relacionamentos consigo e com os outros, em outras palavras, temos capacidade de fazer a mudança se sairmos da floresta social, para poder observar as árvores dela existente, que somos nós.
As grandes mudanças embarcam grandes conflitos.
A mudança de modelo de vida para muitos é difícil de entender, compreender e até mesmo aceitar.
Grandes mudanças da história da humanidade enfrentaram grandes problemas até serem aceitas pela sociedade, até que seus novos modelos de pensamentos conduzissem a um fim útil.
A mudança de comportamento, de costume, é uma ferramenta que estará sempre presente na vida do ser humano.
Desde o seu nascimento até a sua morte. A vida é totalmente feita de mudanças!
Quando nascemos, encontramos um mundo totalmente novo do que conhemos no ventre de nossa mãe.
Quando tornamo-nos crescidos, aprendemos que a vida é diferente da casa que habitamos, que a vida lá fora é feita de trabalho, estudo, vitórias e derrotas. É uma enorme mudança um novo estilo de vida, talvez a maior de todas! Damos várias cabeçadas em função delas.
Mudamos o nosso modelo de vida quando temos a nossa primeira paixão, nosso primeiro beijo, nosso primeiro amor, as coisas sempre mudam em função desses acontecimentos.
Quando morremos, mais uma mudança surge, mudamos o nosso conceito do que é a vida, do que é a morte e até do porquê de nossa existência.
Neste caso, cabe uma reflexão, uma meditação e na redefinição de nossos valores, mesmo que não se concorde com a mudança, devemos compreendê-la e aceitá-la.
Cada um escolhe o que acha ser melhor para si, cada um tem plena consciência de suas mudanças, do que quer para a sua vida.
E o mínimo que podemos fazer é respeitar. Se Deus não nos infringe o livre arbítrio, por que suas criaturas deveriam ?
A mudança de valores e costume é tão certa quanto a morte.
E, acredite, nós ainda iremos mudar muito!
Saudações rubro nebras,
Kamila, muito legal esse texto, você tem a autoria dele?
Bju***
Fica com Deus!
Oi Regina!
Certa vez, ouvi você falando sobre o blog no programa ‘Casos de Família’, mas disse que ainda não estava no ar… apesar de assistir praticamente diariamente ao programa, não vi sua confirmação a respeito do blog (é você mesma?! Sabe como é, tem tanta coisa falsa na internet…), mas fui correndo procurar!
Em todo caso, não custa nada dizer que te admiro muito: você é bonita, inteligente, atenciosa, sabe conduzir seu programa sempre da melhor maneira possível, seja lá qual for o caso, por mais complicado que pareça… E olha que toda minha família pensa o mesmo! Até meu marido – e eu nem posso ficar com ciúmes, porque eu concordo com ele, você é linda, você é demais!!!
Seu programa é a prova de que a conversa é a solução para muitos conflitos. Se tivéssemos menos programas fúteis na tv, que demonstrassem isso, ao invés de mostrar fofocas da vida alheia que não levam a nada, aprenderíamos muito mais.
Um beijo, saúde, sucesso e que Deus a abençõe e aos seus, sempre!!!
Com carinho,
Amanda Arena Santos
Simplesmente lindo o texto
Kamila e Veronica,
lindos os textos que vocês enviaram. Obrigada!
Beijos,
Regina
Ingrid,
muito inteligente sua observação! Eu não tinha me dado conta; não tinha feito a associação que você fez: nos desacostumamos/ nos acostumamos. Parabéns por suas conquistas. Desejo que tudo corra da melhor maneira possível, minha querida.
Beijos,
Regina
GRATA!!!!!!!!
GRANDE BEIJO!!!!!!!!!!!!!
ATÉ AMANHÃ!!!!!!!!!!!!
Maísa,
lindo poema. Adoro Pablo Neruda. Beijos,
Regina
Simone,
eu estava usando um aplique, desses que a gente tira e coloca só quando quer. Beijos,
Regina
Amanda,
que está chegando agora: seja bem-vinda.
Beijos,
Regina
Olá pessoal,
Aproveitando a CORRENTE DO BEM gostaria de sugerir a todas as pessoas que costumam estar por aqui a passarem em uma agência dos correios para fazer o bem para uma criança.
Soubemos aqui no meu trabalho através de um diretor que todos os anos chegam milhões de cartinhas de crianças ao PAPAI NOEL com pedidos impressionantes como por exemplo, uma criança que não pedia brinquedo e sim um panetone, enfim, é uma realidade triste porém que com um pequeno gesto poderemos fazer feliz uma criança.
Lembrando sempre que na vida passamos por 3 fases:
1) Acreditamos em Papai Noel
2) Não acreditamos mais em Papai Noel
3) Nos tornamos Papai Noel
Por favor, repassem essa idéia e vamos fazer uma corrente, uma CORRENTE DO BEM.
Beijos a todos e fiquem com Deus
Você aprende: Por William Shakespeare
Talvez já tenha assistido esse video, ou lido o texto narrado no mesmo.
Obs: Não consegui transformar o endereço em link, então copie e cole o endereço no navegador ou digite no youtube “Você aprende Shakespeare”
Endereço: http://br.youtube.com/watch?v=16OOENiEZXk
Bju
Daiane Braghin!
Ola Tudo otimo Regina? esse texto é maravilhoso e ja conhecia,que bom estar compartilhando com todos.Adorei sua iniciativa diante esse blog.PARABENS E SUCESSO!
Paola Scaff.
Oi,Regina!
Adorei esse texto!!!!
Me lembrou muito do Chico Buarque em “cotidiano” em que ele diz:”me sorri um sorriso pontual”.
Hoje em dia,muitas pessoas não sabem nem como abraçar!!!!!!
Estão tão “robotizadas”…
Acho que precisamos sair mais dessa rotina.
Eu acho muito bom poder perguntar como o outro está,abraçar,conversar…Coisas que hoje em dia está dificil de fazer…infelizmente…
Beijos
Poesia da Kerles minha amiga da faculdade. Essa poesia me faz ter certeza que o que escrevemos e falamos revelam muito de nós, coisas que algumas vezes camuflamos seja em poesias, musicas, etc…Ah! Não posso deixar de mandar um bjão pra ela. Keka amo você menina!
“ …Sabe, eu fico pensando que o mundo inteiro está cheio de pessoas: caladas que precisam de alguém para conversar; tristes que precisam de alguém que as conforte; tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez; sozinhas que precisam de alguém para brincar; medrosas que precisam de alguém para lhes dar a mão; fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força; habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade; apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver; impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar as outras pessoas…
Precisando de alguém… Mas na verdade alguém precisa é de você amigo. Acredite!!!… “.
…
Intesernsate!!!
O nosso cérebro é doido !!!
De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
…
Esse texto é mto verdadeiro, é como vivemos realmente, a gnt vai se acostumando pq é + fácil né……é difícil remar contra a maré…..então mós vamos seguindo com ela e com todos, p onde ela vai nós vamos atrás…..a vida é uma coisa complicada né……rs
Olá Regina,
eu amei esse texto e me identifiquei muito com ele(e com todos os outros que vc colocou),mas ao término desse eu me lembrei que é muito bom ser criança porque vc não toma a consciência da realidade.A gente apenas sabe que precisa mudar,mas não tem a missão de fazer isso como os adultos.”EU SEI,MAS NÃO DEVIA” me fez entender que a partir do momento em que eu tomo consciência da realidade que me ronda eu preciso fazer algo para mudar…mas às vezes é tão difícil…e…a gente não sabe o que fazer.Ficamos acomodados assistindo a nossa própria vida e vendo tantas outras coisas precisando da nossa ajuda.Porque afinal de contas a sociedade somos nós mesmos e a mudança precisa começar em quem está encomodado,pois eu acredito que foi justamente esse que enxergou o problema.
B-jos Ellen
Regina,
Gostei muito do texto. Nos leva a avaliar as nossas atitudes!!!
bjos.
Lu.
A gente acaba aprendendo.
Ricardo Gondim
A gente não devia, mas acaba aprendendo. A vida é dura; os dias, maus; a convivência com os outros, complicada; por isso, nos especializamos na arte de enganar.
A gente acaba aprendendo a disfarçar as angústias mais profundas. Bastam algumas sessões fotográficas para o desenho da boca não denunciar qualquer dor e os olhos deixarem de ser janelas da alma. Cumprimentamos polidamente; mudamos de assunto (vai chover hoje?); olhamos em outra direção. Qualquer movimento serve, desde que nunca se evidenciem nossas fragilidades, nossos medos, nossas ansiedades.
A gente acaba aprendendo a empurrar com a barriga, a não se afobar, a adiar, a procrastinar. Não nos inquietamos com o disperder da vida; somos azes em projetar para o além o dever de existir hoje. Complacentes, esquecemos de querer bem, de cuidar do próximo, de fazer diferença.
A gente acaba aprendendo a não balançar o barco. Não é difícil perceber o tipo de conversa que as pessoas querem; se for triviliadade, esse será o papo; se querem ser enganadas, oferecemos ilusões. Ensinaram-nos que “é melhor um covarde vivo, do que um herói morto”. Assim, criativos, reciclamos os chavões do senso comum e ficamos “numa boa com a galera”. “Deixa quieto”, repetimos para nós mesmos e preservamos nossa reputação, garantimos nosso salário; e ninguém vai se magoar com a nossa vidinha.
A gente acaba aprendendo a arte do bom-mocismo; cedo nos especializamos em bajular o professor, a enrolar a namorada, a tapear o patrão, a arranjar desculpas para os atrasos. Depois, tudo fica fácil: fazemos orações aos berros e impressionamos com nossa “ousadia de desafiar Deus”; aprendemos a eleger uns poucos mandamentos que nos parecem bem fáceis e intimidamos nossos adversários com uma auréola de “santidade”; dramatizamos com uma cara de humilde e emplacamos como os únicos herdeiros do Reino de Deus.
A gente acaba aprendendo a ser altruísta quando for vantajoso; a perdoar como uma vingança; a mostrar paciência para usufruir da “lei da semeadura e da ceifa”; a abrir mão dos direitos, porque existem promessas de que Deus abençoa os mansos.
A gente acaba aprendendo a usar máscara, a trocar de fantasia, a mimetizar os ambientes, a vestir saco e cilícios. Personificamos qualquer personagem. Quando necessário, encenamos bardos, parnasianos, românticos, pierrôs, anedotistas, vestais, místicos. E que ninguém nos acuse de cousa alguma, pois somos os mais probos, os mais cândidos, os mais angélicos.
E assim, de decoro em decoro, de incorruptibilidade em incorruptibilidade, de sobriedade em sobriedade, tornamo-nos sepulcros caiados, guias cegos, serpentes, raça de víboras; enfim, fariseus hipócritas.
Acho que chegou a hora de desaprender.
Olá Regina!!!!!!
É a primeira vez que visito seu blog e me deparei com esse texto…ADOREI!!!!!
Como é verdadeiro…a quantas coisas nos acostumamos, por comodismo, para não nos aborrecermos…e quantas coisas poderíamos fazer para evitar estes maus costumes…mas a maoiria de nós não faz absolutamente nada! E o pior de tudo: a carapuça me serviu direitinho!!! AI QUE RAIVA!!!!!!
ADORO SEU JEITO DE APRESENTAR O PROGRAMA. VOCÊ FAZ A VIDA REAL TER MAIS DIGNIDADE!!
PARABÉNS!!!!!!!
BJS
MAGA
lindo o poema regina voce posderia repetir a frase sobre a mulher te adoro bjsss e abraços continue assim
Gostei muito do texto, axo que depois dessa muitos vão parar e pensar um pouco na vida que levam.
Não poderia perder a oportunidade de elogiá-la pelo bom trabalho que faz!!!
Vivemos em um mundo muito díficil de se viver em família, entãos as pessoas precisam de conselhos sábios para os ajudarem a tomar decisões certas e a viver melhor. Acho que o seu programa faz isso, por isso merece muitos elogios.
gosto muito do seu comportamento com as pessoas e a empatia que demonstra por elas é muito verdadeiro. por isso gosto muito de vê seu programa me identifico muito com ele.
Aqui no Maranhão tem uma audiência grande.
Muitos beijos
Oi Regina, nossa há dias q procuro seu blog e só encontrei agora tenho 28 anos sou solteira moro no interior de SÃO PAULO. Queria te dizer q te adorooo,principalmente agora que estou desempregada vc se tornou minha grande companheira nas tardes solitárias. Antes quando eu não te assitia minhas tardes erám triste vazias e solitárias, depois q comecei há te assistir minhas tardes se tornaram alegres, divertidas e incrivéis.Obrigado por vc existir e fazer com que minhas tardes sejam agora tão gostoza com seu jeito sincero educado e alegre de ser.
Vc passa muita energia positiva pra mim por uma simples telinha. A cada dia q passa eu aprendo um poquinho com vc
e te admiro a cada dia mais e mais.Espero q DeUS ilumine os seus caminhos e o da sua familia pois sinto q dentro de vc existe uma pequena luz q insiste em brilhar cada vez mais forte!!!! e essa luz se chama sucessooooo!
Agora Quem não gosta dessa pessoa
maravilhosa que é a REGINA VOLPATO?
uma pessoa carismática , simpatika,alegre,antenciosa,carinhosa,tem um coração enorme e alem disso é linda,não só por dentro como por forá
Pessoas asssim são raras lindas por dentro e por forá,são anjos q DEUS colocou na terra em forma de um ser humano lindoooo!!!!!!são pessoas que passam muita energia positiva pra gente são pessoas iluminadas por DEUS que fazem a gente feliz pelo simples fato de existirem…
Obrigado regina por existir e ser essa pessoa linda iluminada por DeUS.