março 2008

Monthly Archive

“Quero que minhas irmãs voltem a se falar”

Posted by Regina Volpato on 30 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem


dengue = descaso = irresponsabilidade

Posted by Regina Volpato on 26 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

“É ABSURDO MORRER DE DENGUE EM PLENO SÉCULO XXI”
(Dr. Drauzio Varella)


Fantástico – 23.03.2008


JN de 21/03/2008


Dengue no Rio

A DENGUE COMO VOCÊ NUNCA VIU:

C L I Q U E   A Q U I!

LEIAM TAMBÉM:

Para Fiocruz, falta informação sobre dengue em crianças

A situação é muito grave. Por favor, divulguem esta mensagem.

Aviso aos navegantes!

Posted by Regina Volpato on 26 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

Programas gravados no dia do meu aniversário!

Estive fora uns dias, em férias. Neste período tive algumas dificuldades para acessar o blog, especialmente para publicar posts. Foi possível moderar os comentários male-male.

O que eu gostaria de ter postado é o seguinte:

Os programas gravados no dia do meu aniversário, serão apresentados respectivamente nos dias 21, 25 e 26 de março.

Estou muito chateada por estar publicando esta informação só hoje.
Uma pena, não?
Mais uma vez, peço desculpas pelo vacilo.

Beijos, meus amores.

Boa Páscoa a todos!

Posted by Regina Volpato on 22 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

Jesus Alegria dos Homens
(Johann Sebastian Bach)


Celtic Woman

“Todas as pessoas do mundo têm o direito de chorar de alegria.”

Posted by Regina Volpato on 18 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem


sereshumanos

Declaração de Amor aos Seres Humanos

“Recordando e reafirmando os princípios declarados na Carta Universal dos Direitos Humanos da ONU nós, seres humanos que decidimos livre e amorosamente nos encontrar nestes três dias mágicos para semear a Paz, fazemos a seguinte Declaração de Amor aos Homens e Mulheres da Terra:”

Aqui!

Clarice Lispector (entrevista – 1977) / Sobre “A Hora da Estrela”

Posted by Regina Volpato on 14 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

Parte I


Parte II


Parte III



Sobre “A Hora da Estrela”

Clarice Lispector

Posted by Regina Volpato on 11 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

“Escrever é minha quarta dimensão.”

“… eu só escrevo quando eu quero, eu sou uma amadora e faço questão de continuar a ser amadora. Profissional é aquele que tem uma obrigação consigo mesmo de escrever, ou então em relação ao outro. Agora, eu faço questão de não ser profissional, para manter minha liberdade.” (1)


clarice lispector1

Alguns textos escritos por Clarice Lispector:

Escrever, Humildade, Técnica

Os Laços de Família

Sobre a Escrita…

Sobre Clarice Lispector:

(1) TV Cultura

Releituras

Vidas lusófonas

Belas guerreiras! / Madònna mia!

Posted by Regina Volpato on 07 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

Belas guerreiras!

Queridos,
na última quarta-feira, a convite do Programa Municipal de DST/Aids, da Secretaria Municipal da Saúde-SP, apresentei o evento “Casos de Mulher”, um talk-show, onde mulheres contaram suas experiências de vida, e falaram, entre outras coisas, da importância do uso da camisinha masculina, ou feminina, para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

Meus sinceros agradecimentos à coordenação do evento, aos presentes, e o meu agradecimento especial às participantes: Marilene, Sandra, Noemy, Lucélia, Núbia, Neide e Francilene, belas guerreiras!

Não coloquem a vida em risco!

Usem camisinha! Sempre!

Mais detalhes sobre o evento, clicando aqui e aqui!

Fotos.

***

Madònna mia!

Dío sànto!
Madònna mia!
Esse pessoal do blog quase me mata do coração, ontem, no dia do meu aniversário!
Eu nunca poderia imaginar que, com a ajuda do SBT, eu seria recebida por um grupo animadíssimo, munido com faixas, camiseta, presentes e etc…
Foi assim:
cheguei para gravar normalmente. Recebi parabéns dos colegas. Fiz cabelo, maquiagem. Conversamos sobre o primeiro programa do dia (tema: “Minha mulher chora por tudo”) e segui em direção ao estúdio. Microfone. Tudo pronto. O Galvão: podemos começar? Eu: sim. Entrei, como sempre. A partir daí, tudo foi diferente.
Surpreendentemente diferente.
Platéia e equipe cantando ‘Parabéns pra você’. Eu lá, no meio, sem acreditar. Vi faixas. Pessoas felizes. Sorrisos. Amigos vestindo camiseta com foto minha.
Paralisei. Com-ple-ta-men-te.
Minha percepção a partir de então ficou alterada. Entrei num estágio diferente de consciência… fica difícil descrever.
Sabe quando você mergulha numa piscina bem funda. Ou, então, no mar…
De repente você fica envolvido num outro meio, com cores, sons e temperatura diferentes. Os movimentos ficam lentos e leves. O cabelo dança solto.
Minha sensação poderia ser explicada assim. Como um mergulho.
O dia seguia uma seqüência lógica e esperada até aquele momento.
Foi um gigantesco abraço de mãe boa.
Em câmera lenta eu via a cena… a Dra. Anahy… não consegui dizer nada. Me deixei abraçar pela emoção.
Não saberia contar o que foi acontecendo depois. Minha memória registrou os flashes, numa seqüência aleatória, não lógica.
Sei que nos olhamos, tiramos fotos, rimos.
Aos poucos fui voltando a mim mesma. Afinal, tínhamos três programas pela frente.
Depois da gravação, mais uma vez, fui pega de surpresa!
Desta vez, foi a produção. Bolos (dois!), velinha, mais parabéns, amigos, abraços, sorrisos.
Poxa vida, tenho muito que agradecer. Talvez seja preciso mais 40 anos para isso!
Foi a primeira vez que tudo isso aconteceu comigo.
Quando pequena, eu acompanhava a preparação das modestas festinhas no meu aniversário. Depois de crescida, ou eu agitava tudo ou não rolava.
Este ano, foi tudo diferente.
E teve mais.
O pessoal foi até o camarim. Que, nesta altura mais parecia um camarote. Comemos bolo. Tiramos fotos. Conversamos. E só aí que consegui ler os (lindos) dizeres das faixas. Olhar a camiseta com calma. Claro que minha ‘caipirice’ não permitiu olhar a foto por muito tempo nem fazer comentário algum. (Daqui para frente, ao invés de ‘caipirinha’ vou pedir ao barman ‘uma Regininha com limão e adoçante’!)
Preferi não abrir os presentes ali. Eu gosto de fazer isso com tempo, abrindo devagar a embalagem, dobrando o papel, lendo e relendo o cartão.
Mas, a pedidos, um presente foi aberto.
Uma espada NINJA!
Pode uma coisa dessa?!
Eu sabia que todos aqueles momentos ficariam impregnados em mim.
Acontece sempre após as gravações. Em casa, horas depois, ainda fico ‘conversando’ com os convidados, rememorando o que foi e o que não foi dito,
procurando a pergunta que poderia ter sido feita, o ponto de vista que não foi visto…
Já na minha casa, revivi inúmeras vezes o ocorrido. Infinitas vezes. Quase não dormi, para ser bem sincera.
Tomara que eu tenha conseguido demonstrar o quanto eu estava feliz! Tudo passou tão rápido. Foi tão intenso.
Espero que eu tenha sido transparente o suficiente, que tenha deixado transparecer a importância de todos estes momentos para mim.
Se a vida começa aos 40, a minha começou em grande estilo.
Agradeço o enorme carinho dos amigos deste blog, a gentileza do SBT, da equipe do Casos de Família, de todas as pessoas envolvidas na gravação, dos parceiros do figurino, cabelo e maquiagem.
Viva a vida!

Aviso aos navegantes!

Posted by Regina Volpato on 06 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

Queridos,

Fernando Pessoa faz parte deste blog a partir de hoje! Na pasta LIVROS.
Machado de Assis, Fernando Pessoa… e a turma não vai parar por aí, não.
Outra novidade: na pasta SITES, com poucos cliques podemos agora acessar um
número imenso de museus brasileiros.
A internet é mesmo inacreditável!
Boa leitura.
Bom passeio.

Quem somos nós?

Posted by Regina Volpato on 04 mar 2008 | Tagged as: Corrente do Bem

Quem somos nós?

Outro dia assisti, em DVD, o filme “Quem somos nós? – Uma Nova Evolução”.

Trata-se de uma seqüência de depoimentos, animações e cenas de ficção discorrendo sobre um tema complexo e, muitas vezes, de difícil compreensão. Afinal, quem nunca se perguntou: “Quem sou eu?”, “Quem somos nós?”

Na minha opinião, vale a pena ver o filme. Mas aviso que conheço pessoas que adoraram e outras que detestaram.

Por que resolvi dividi-lo com vocês?

Primeiro porque apesar de ter passado nos cinemas, ficou só alguns dias em cartaz, e em pouquíssimas salas, pelo menos aqui em São Paulo.

Outro motivo: por ser um tema complexo acho que, mesmo inconscientemente, acabamos por evitá-lo. E usamos muitas justificativas para isso: “Ah, estou sem cabeça para pensar nisso agora!”. Ou então: “Credo, que coisa mais complicada!”. Esses tipos de justificativas têm tudo a ver com o conteúdo do filme. Mudar o ponto de vista, tentar enxergar a existência de um ângulo diferente é difícil `a beça. E é natural resistir. Ora, se o natural é resistir, alguém poderia se perguntar: “Por que tenho de deixar de me acomodar?”. Porque conseguir ter um novo olhar, a partir de algumas reflexões, leva a uma nova maneira de pensar. Que conduz `a liberdade. E só é livre quem tem coragem. Para ousar. Arriscar. Questionar. Tirar conclusões por si mesmo. Para entender os sinais e mistérios da vida e assim, sentir-se vivo de verdade e não um robô repetindo padrões de comportamento, cumpridor de ordens. E quem disse que isso é tarefa fácil? É nada. O processo de tomada de consciência é difícil e, quase sempre, demorado. Mas o ganho é gigantesco.

Bom, sem forçar a barra, repito que gostei e acho que vale ver.

Abaixo, dois trechos do filme:

Dr.Quantum Visita Planolândia

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Quem somos nós?