Belas guerreiras!

Queridos,
na última quarta-feira, a convite do Programa Municipal de DST/Aids, da Secretaria Municipal da Saúde-SP, apresentei o evento “Casos de Mulher”, um talk-show, onde mulheres contaram suas experiências de vida, e falaram, entre outras coisas, da importância do uso da camisinha masculina, ou feminina, para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

Meus sinceros agradecimentos à coordenação do evento, aos presentes, e o meu agradecimento especial às participantes: Marilene, Sandra, Noemy, Lucélia, Núbia, Neide e Francilene, belas guerreiras!

Não coloquem a vida em risco!

Usem camisinha! Sempre!

Mais detalhes sobre o evento, clicando aqui e aqui!

Fotos.

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Madònna mia!

Dío sànto!
Madònna mia!
Esse pessoal do blog quase me mata do coração, ontem, no dia do meu aniversário!
Eu nunca poderia imaginar que, com a ajuda do SBT, eu seria recebida por um grupo animadíssimo, munido com faixas, camiseta, presentes e etc…
Foi assim:
cheguei para gravar normalmente. Recebi parabéns dos colegas. Fiz cabelo, maquiagem. Conversamos sobre o primeiro programa do dia (tema: “Minha mulher chora por tudo”) e segui em direção ao estúdio. Microfone. Tudo pronto. O Galvão: podemos começar? Eu: sim. Entrei, como sempre. A partir daí, tudo foi diferente.
Surpreendentemente diferente.
Platéia e equipe cantando ‘Parabéns pra você’. Eu lá, no meio, sem acreditar. Vi faixas. Pessoas felizes. Sorrisos. Amigos vestindo camiseta com foto minha.
Paralisei. Com-ple-ta-men-te.
Minha percepção a partir de então ficou alterada. Entrei num estágio diferente de consciência… fica difícil descrever.
Sabe quando você mergulha numa piscina bem funda. Ou, então, no mar…
De repente você fica envolvido num outro meio, com cores, sons e temperatura diferentes. Os movimentos ficam lentos e leves. O cabelo dança solto.
Minha sensação poderia ser explicada assim. Como um mergulho.
O dia seguia uma seqüência lógica e esperada até aquele momento.
Foi um gigantesco abraço de mãe boa.
Em câmera lenta eu via a cena… a Dra. Anahy… não consegui dizer nada. Me deixei abraçar pela emoção.
Não saberia contar o que foi acontecendo depois. Minha memória registrou os flashes, numa seqüência aleatória, não lógica.
Sei que nos olhamos, tiramos fotos, rimos.
Aos poucos fui voltando a mim mesma. Afinal, tínhamos três programas pela frente.
Depois da gravação, mais uma vez, fui pega de surpresa!
Desta vez, foi a produção. Bolos (dois!), velinha, mais parabéns, amigos, abraços, sorrisos.
Poxa vida, tenho muito que agradecer. Talvez seja preciso mais 40 anos para isso!
Foi a primeira vez que tudo isso aconteceu comigo.
Quando pequena, eu acompanhava a preparação das modestas festinhas no meu aniversário. Depois de crescida, ou eu agitava tudo ou não rolava.
Este ano, foi tudo diferente.
E teve mais.
O pessoal foi até o camarim. Que, nesta altura mais parecia um camarote. Comemos bolo. Tiramos fotos. Conversamos. E só aí que consegui ler os (lindos) dizeres das faixas. Olhar a camiseta com calma. Claro que minha ‘caipirice’ não permitiu olhar a foto por muito tempo nem fazer comentário algum. (Daqui para frente, ao invés de ‘caipirinha’ vou pedir ao barman ‘uma Regininha com limão e adoçante’!)
Preferi não abrir os presentes ali. Eu gosto de fazer isso com tempo, abrindo devagar a embalagem, dobrando o papel, lendo e relendo o cartão.
Mas, a pedidos, um presente foi aberto.
Uma espada NINJA!
Pode uma coisa dessa?!
Eu sabia que todos aqueles momentos ficariam impregnados em mim.
Acontece sempre após as gravações. Em casa, horas depois, ainda fico ‘conversando’ com os convidados, rememorando o que foi e o que não foi dito,
procurando a pergunta que poderia ter sido feita, o ponto de vista que não foi visto…
Já na minha casa, revivi inúmeras vezes o ocorrido. Infinitas vezes. Quase não dormi, para ser bem sincera.
Tomara que eu tenha conseguido demonstrar o quanto eu estava feliz! Tudo passou tão rápido. Foi tão intenso.
Espero que eu tenha sido transparente o suficiente, que tenha deixado transparecer a importância de todos estes momentos para mim.
Se a vida começa aos 40, a minha começou em grande estilo.
Agradeço o enorme carinho dos amigos deste blog, a gentileza do SBT, da equipe do Casos de Família, de todas as pessoas envolvidas na gravação, dos parceiros do figurino, cabelo e maquiagem.
Viva a vida!