naiara e Elo
Nayara, à esquerda. E Eloá.

Queridos amigos,

como todos, estou muito impactada com os acontecimentos da semana que passou: assassinato do diretor do presídio Bangu I, no Rio de Janeiro, com 60 (sessenta!) tiros; briga de polícias em São Paulo e o seqüestro das meninas em Santo André.
Este último, em especial, tem me deixado ainda mais triste.
Fico pensando no que aconteceu durante as mais de 100 horas em que Eloá permaneceu em poder do seqüestrador; no tanto que ela apanhou; o que ela ouviu; os abusos que sofreu.
Até quando mulheres serão tratadas com tanta covardia e crueldade?
Crime passional? Antes de tentar explicar a paixão, que fique bem claro que houve crime!
Que tipo de amor é esse?