“Esperava-se que a Rio-92 pudesse ter uma declaração que fosse um novo marco para a ONU. Ainda em 1990 e início de 1991, o PrepCom anunciava que essa conferência produziria uma Carta da Terra, uma nova carta de princípios e direitos para orientar a conduta de todas as pessoas e nações. Entretanto, em função do conteúdo final da Declaração do Rio de Janeiro, alguns países não aceitaram que ela fosse um novo marco institucional ou político para as Nações Unidas. Como, em geral, as decisões na ONU são tomadas por consenso, aprovou-se a Declaração do Rio de Janeiro, mas sem considerá-la um marco de dimensões tão elevadas.

Por isso, e também querendo ir além de seu conteúdo, ambientalistas, lideres religiosos, intelectuais, políticos e ativistas de grupos e movimentos sociais negociaram nos anos que se seguiram à Rio-92 um outro documento com princípios não exclusivamente centrados nos Estados Nacionais. Esse documento recebeu o nome de Carta da Terra. Trata-se de um documento com princípios éticos fundamentais e diretrizes de condutas para orientar pessoas, organizações e países para a sustentabilidade do planeta.”

Aqui, a fonte original do texto acima. Os links foram colocado por este blog.

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Carta da Terra

Parte I

Parte II

Parte III



Para quem não viu, ou para quem deseja rever: a garota Severn Cullis-Suzuki discursa na Rio-92.