Abaixo os valentões,
por Mechthild Schafer
Publicado por Regina Volpato em 15 mar 2010 | Sob: Corrente do Bem
A escola pode ser uma tortura para crianças que são vítimas de bullying – a intimidação física e psicológica feita por alunos briguentos. O fenômeno, que também envolve a disseminação de apelidos, boatos e fofocas, é mais comum que se supõe.
por Mechthild Schafer
Os meninos atacam Basini quase toda noite, arrancando-o da cama e empurrando-o escada acima para o sótão. Nenhum professor vai ouvir seus gritos de lá. Eles o forçam a se despir, então fustigam suas costas. Nu e indefeso, o garoto se encolhe enquanto seus torturadores o fazem gritar “Eu sou uma besta!”. Durante o dia, outros estudantes o cercam no pátio e o empurram até ele cair, sangrando e sujo.
O jovem Törless, de Robert Musil, romance sobre os anos da puberdade passados num colégio interno da Áustria na virada do século, foi publicado em 1906. Os impulsos que fervem por trás dos muros da Academia Militar Imperial e Real podem soar como relíquias embaraçosas de uma era passada, mas não são. Violência de um grupo contra um indivíduo, acobertada pelos colegas e mantida a distância pelos professores, ainda acontece nas escolas hoje. E o bullying – termo em inglês para intimidação física e psicológica -, assim como a disseminação regular de apelidos depreciativos, boatos e fofocas, são mais comuns que a sociedade, os funcionários de escolas e os pais gostariam de acreditar.
Nos Estados Unidos, infelizmente, foi preciso ocorrer um episódio de violência chocante para chamar mais atenção ao problema. O tiroteio na escola secundária Columbine, no Colorado, foi uma tentativa trágica de revide de dois meninos que vinham sendo intimidados por dois atletas populares da escola. O bullying foi um dos fatores que levaram Jeffrey Weise para uma vida de isolamento antes de partir para o tiroteiro desordenado de retaliação na Red Lake High School em Minnesota, matando nove pessoas e a si próprio. E todos os anos adolescentes cometem suicídio, deixando para trás bilhetes como o de uma menina canadense de 14 anos: “Se eu tentar buscar ajuda, será pior… Mesmo se eu delatasse, nada os deteria”. As escolas devem tomar medidas mais agressivas para parar o tormento, e a mais importante é entender melhor o que motiva os autores de bullying.
Continua
Página fonte: Revista Mente e Cérebro
Mechthild Schafer é livre-docente em psicologia educacional da Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha.










Bullying dói
O mal-estar causado por zombarias e violência corporal entre colegas de escola afeta a saúde física e emocional das crianças. Mas o curativo está ao nosso alcance
por GIULIANO AGMONT
A cena é clássica em filmes americanos: os grandalhões da equipe de futebol infernizam a vida do protagonista da trama, em geral um garoto tímido e franzino, incapaz de se impor diante da brutalidade dos colegas. O garoto indefeso é perseguido, ridicularizado, humilhado e, nas cenas mais dramáticas, até surrado, enquanto seus algozes saem impunes. No decorrer da película, o personagem principal, com auxílio de seus amigos nerds, rebela-se contra a tirania dos agressores e passa de vítima a herói.
Na vida real, no entanto, as histórias em que há esse tipo de violência nem sempre acabam com o mesmo final feliz e hollywoodiano. O fenômeno conhecido como bullying tem consequências preocupantes para a saúde física e principalmente emocional de seus atores — tanto faz se são os agressores, as vítimas ou as testemunhas. E o que é pior: a intimidação, o medo e a vergonha sedimentam um pacto velado de silêncio entre os jovens. É comum que pais e educadores só se deem conta do que está acontecendo quando a situação chega a extremos. Diante de quadro tão crítico, a pergunta é uma só: o que fazer?
“Em primeiro lugar, manter a calma”, aconselha o pediatra Aramis Antônio Lopes Neto, do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Entender o fenômeno é um excelente começo. Sem tradução direta para o português, o termo é utilizado para designar violências físicas e psicológicas praticadas de forma recorrente por um indivíduo ou um grupo deles contra um mesmo colega, que acaba se tornando uma espécie de bode expiatório. Mais frequente na escola, nada impede que aconteça no condomínio, no bairro, na família e no trabalho — adultos também podem sofrer com esse tormento.
A maneira de agredir varia muito: verbal, física, moral, material e até sexual. As crianças apelidam, batem, amedrontam, discriminam. De uns tempos para cá, e-mails, blogs, fotos e SMSs incrementaram o arsenal da garotada — criando a variante batizada de ciberbullying. O motivo que justifica o ato violento, em geral, é apenas um pretexto, qualquer coisa que diferencie a vítima: estatura, peso, pele, cabelo, sotaque, religião, notas, roupas, classe social ou outra característica que sirva ao preconceito.
http://saude.abril.com.br/edicoes/0310/familia/conteudo_450282.shtml?pag=2
É engraçado como a maioria, 99% das reportagens sobre Bullying se dá só com crianças… Talvez por serem mais indefesos em suas atitudes.
O fato é que BULLYING também se dá em adultos, e, quando cansados de serem rotulados eles, assim como as crianças, tiram a própria vida.
Dá pra imaginar, você passar uma vida escutando besteira dos outros para alimentar diversões bizarras?
http://www.publico.pt/Sociedade/professor-vitima-de-bullying-preferiu-morrer-a-voltar-ao-9º-b_1426720
Medo de você, Fabi!
:p
Rê e Pipous do Blog
Fui incumbida (sei lá se é assim que escreve), mas, me deram essa responsa de..
Edilaine, nossa Pulguete Mor, que se encontra sem internet e cheia de atividades diárias (trabaho, estudo e aulas de idiomas) pede que eu repasse as saudades e milhões de beijos a todos os seus amigos, a voc~e, Rê em especial!!!
Beijinhos dados.
Helen
Regina
Permita-me ocupar mais uma vez este espaço, para não falar sobre o tópico acima, mas sim de nosso encontro de sábado, 13.03.
Na verdade tudo começou antes do próprio blog ir ao “ar”, muito antes, a mais de 20 anos. Não existem coincidências e nada acontece em nossas vidas por mero acaso. Apenas existem recompensas, colheitas e conseqüências de uma determinada causa.
Lembro-me perfeitamente do dia, que comecei a assistir seu programa. Confesso que fui “forçado” a isso. Estava “asofazado”, acho que com dores nas costas, sem o controle remoto e a TV ligada no SBT. Não estava em condições físicas pra levantar-me, então fiquei diante do monitor vendo aquele desfile de problemas diante de mim. Mas algo chamou minha atenção. Aquela voz agradável, carinhosa, demonstrando infinita paciência – mesmo fervendo por dentro – com seus convidados. Em seu primeiro sorriso e no primeiro brilho de seu olhar algo mais forte bateu dentro de mim. Senti reconhecê-la… de algum lugar… de outras vidas.
Assim, minhas tardes foram sendo modificadas. Compromissos adiados ou adiantados. Em determinados meses do ano, os horários que meus cães se alimentam, coincidiam com o seu programa. Não tive dúvidas ao providenciar mais um aparelho de TV, num local inusitado, dentro do canil do Billy nos fundos de casa. Enquanto os alimentava, lavava os potes p/ a água, ração enfim, assim poderia acompanhar o seu trabalho.
Da mesma forma que não imaginava acompanhar um programa com tal conteúdo, também não poderia imaginar que algum dia de minha vida, tentasse manter contato com quer que fosse da televisão.
Virei à net, motores de busca, sites, objetivando localizar teu endereço eletrônico. Consegui a façanha depois de algum tempo, quando finalmente criei a coragem para entrar em contato, muito antes do nascimento do blog.
E com o surgimento do mesmo, com a proposta de uma corrente do bem, passei a acompanhar os tópicos postados e comentários de cada um. Percebi que havia uma proposta séria, e não alimento para um cordão de bajuladores. Isto me encantou. Assim, com o passar do tempo, mesmo sendo uma pessoa reservada ao extremo, participando apenas de determinados grupos e tendo amigos escolhidos a dedo, fui me encantando com cada um, deste espaço. Somente um ano após tudo começar, entrei em contato com a primeira pessoa. Mais seis meses para entrar em contato com a segunda e assim, sucessivamente com os demais.
Por diversas vezes acompanhei as idas do pessoal ao programa. Por diversas vezes agendei a visita e fui obrigado a cancelar.
Mas desta vez foi diferente. Apesar de tudo, estava decidido a participar. Iria a São Paulo comemorar seu níver mesmo que fosse ao encontro “de mim, comigo mesmo”. Mesmo com a ausência da aniversariante, mesmo sem que ninguém mais fosse, iria ao local combinado, para passar algumas horas, comemorando.
Para minha grata surpresa, duas pessoas me receberam, a Ceci e Flávia Regina. Poder encontrar parte destes elos foi uma das coisas mais recompensadoras de minha vida. O que pode ser melhor do que um encontro, de pessoas vestindo a mesma camisa por uma mesma causa?
Assim, tendo abraçado uma a uma, poder sentir o cheiro, olhar dentro da alma e do coração de cada uma delas, senti-me rodeado da mais bela energia que existe em nosso Universo. Não éramos apenas três pessoas. Estávamos rodeados por muitos e ao mesmo tempo, em pleno Terminal da Barra Funda bem como no Shopping, éramos apenas nós, e mais ninguém.
Enquanto conversávamos e sentados no banco da praça ao lado do West Plaza, meu cel tocou. Era uma mensagem da Estela desejando um bom encontro. E mais uma vez, as energias se faziam presentes, pois falávamos dela naquele exato instante. Retornamos a ligação e decidimos ir ao encontro dela num parque chamado São Domingos. Ela estava lá, expondo o seu mais belo trabalho, o artesanato feito com tanto carinho e dedicação. Assim, repetia-se o carinho daquela manhã. Agora já estávamos em quatro pessoas e além de nós uma amiga da Estela, a Márcia (um amor de pessoa).
Rodeado de árvores e de um pequeno vale aos fundos da praça atrás do coreto, com aquele céu azul, e a brisa agradável que se fazia presente, auxiliando a refrescar um pouco aquela tarde quente, curtíamos uns aos outros.
Entre assuntos sérios, brincadeiras e risadas, o encontro que deveria acabar às 16 horas foi-se estendendo. A feira de artesanato terminou e rumamos para a casa da Estela. Para que todos possam ter uma idéia, simplesmente esquecemos-nos de almoçar e depois de jantar. Como disse a Cecí, “alimentamo-nos das particularidades de cada um, dos sonhos, de histórias, de planos, risos e vontades”.
A lembrança deste dia ficará guardada eternamente em meu peito. Este dia será eternizado no coração de cada um de nós. Assim, nos reencontramos e nos reintegramos. Devo confessar que fico emocionado quando relembro estes momentos. Meus olhos se enchem de lágrimas… Arrepia-me o corpo e o coração cresce e faz revigorar a alegria, a felicidade dentro de mim.
Foram às 12 horas mais significantes de minha vida. Exagero? Certamente nenhum. Um recomeço, um reencontro e uma nova vida que será brindada futuramente com outras, que estão por vir.
Obrigado Regina.Obrigado Ingrid. Obrigado Maisa. Obrigado Flavinha. Obrigado Estelinha. Obrigado Cecí.
Namastê
Esqueci de agradecer, as dores nas costas e ao controle remoto que estava com problemas…rs
Boa tarde a todos
Essa questão do Bullying, ou intimidação no âmbito escolar é mais uma afronta do individuo contra a sociedade sem qualquer motivo, violencia gratuita.
Assim caminha a humanidade, cada vez mais se divertindo com atos de vandalismo.Não tem misterio, num conjunto de
situações temos formada a cena, falta de redeas em casa, falta do que fazer (simples assim) , o recorrente resultado do “vai dar em nada mesmo”, como os mais que idiotas trotes agressivos nas Universidades que também são uma forma de bullying.
Tudo vem, escandaliza num momento e passa, porque a pagina precisa ser virada dando lugar a um novo e mais tenebroso ainda, evento…
O vento leva, a punição é só mais uma palavra inócua.
Como a lei seca que virou piada…
Triste mas real!
Estou MUITO FELIZ porque dentro de dias saio do aluguel pra compra da casa própria, sonho de consumo de 9 entre 10 seres humanos!
Bom D+!
Quase um presente pros meus 44 anos no sabado.
PAZ , CONSCIÊNCIA e …, “DEUS” na vida de cada um de nós!
Bjs
Olá! fiz questao de procurar seu blog sou carioca e tenho 23 anos e nao vi na tv uma mulher tao linda/inteligente/charmosa como vc!
tem feito mta falta na tv brasileira!
grande beijo
É mesmo un fenonimo
Anna,
parabéns pela conquista!
Beijos, querida.
Regina
Oi, Re!
Bom te encontrar on.
Nem vou perturbar tua leitura. Prometo! rs
Beijos,
Dai
♥
Oi, Dai, você não perturba querida.
Estava lendo comentário do Roberto. Fiquei emocionada. A Cecí mandou um e-mail sobre o mesmo tema mas ainda não li. Cecí, farei isso amanhã. Daqui a pouco terei que sair.
Beijos, queridos.
Regina
Tudo bem, Re. Juro, que nem tava ansiosa.. hahaha.
Beijos, Flor ♥
Bom, tive que ler o comentário do Roberto, né?! Lembrei de um poema da Adelidia.
“Descobri que me casei
e tive seis filhos.
Na realidade,
eu nem nasci.
Semântica?
Não.
Física Quântica.”
Nunca fui aos encontros, mas tenho certeza que encontrar as pessoas aqui do blog é, por tudo que o Roberto descreveu, maravilhoso.
O Roberto cravou os detalhes invisíveis. Não deixou escapar nada, hein?! Tremendo!
Beijo.
Selecionei este texto para colocar aqui no blog já há algum tempo. Mas estava esperando um momento apropriado. (Quero dizer que me incomoda bastante essa nossa mania de usar palavras em inglês. Não teríamos uma palavra em português? Ameaça, intimidação, provocação e etc?)
Bom, mas as reportagens sobre os trotes nas faculdades foram a deixa para trazer o assunto para cá.
Comemorar o sucesso no vestibular é tão gostoso! E merecido! Não tem nada a ver com abuso, violência, selvageria. Vendo algumas imagens na TV fiquei pensando… Será que aqueles veteranos que abusaram dos novatos já apresentavam comportamento agressivo antes? Será que no colégio eles já eram valentões e ninguém percebeu ou, se percebeu, não deu a devida atençao? Como eles se comportam fora do ambiente escolar?
Quero falar um pouco mais… só que agora tenho que ir. Vou a uma palestra que começa ás 18h. E já são 17:30h!
Volto depois.
Beijos, meus amores.
Regina
Corre!
♥
Boa noite Rê…
Pelo visto teve papo bão hoje hein…
Pena não ter estado por aqui mais cedo…sentir a emoção.
Hoje meu dia foi dificil, isso que dá tentar fazer exercicios, não imaginava que para fazer algo saudavel, teria que sofre um bucadão no inicio…eita viu…
mas vou tentar e não vou desistir.
To tentando providenciar outro PC, rs para ter mais tempo e conseguir voltar a aprender um pouquinho mais de LIBRAS, apesar de sozinha o esforço é recompensador, até aprendi algumas coisinhas já.
Beijos Rê…
Roberto,
Que bom que deu tudo certo, no que diz receito sua vinda a SP, imagino que devam ter se divertido bastante. Ha…até arrepiei com seu comentario viu…pessoa de corte você hein…doente e controle quebrado…e de brinde a Senhorita Regina. Bão de mais.
Namastê
No colégio tive um professor vitima de bullying. Me parece que ele tinha um problema nas glândulas sudoríparas e, por isso, transpirava muito e exalava um cheiro não muito agradável, às vezes.
Um bando de alunos viva o chacoteando – apelidos maldosos; mantinham distância do professor com aquele ar de zombaria. Mas, claro, isso era pouco para aquele bando. Fizeram algo mais radical, mais ofensivo: compraram um frasco de desodorante, escreveram um bilhete maldoso e colocaram sobre a mesa do professor. Quando o professor entrou na sala e viu aquilo, murchou no mesmo instante, quase não conseguiu segurar o choro.
O mentor da zombaria foi expulso do colégio. Os outros continuaram lá e o professor também.
Eu nem sei o que comentar sobre este assunto. Não dá para pensar nesse tipo de comportamento sem considerar toda a vida dos valentões. Não é um fato isolado.
Beijo,
Dai
Infelizmente esse tipo de coisa acontece em todo lugar. já presenciei cenas como, pessoas de roupas íntimas pedindo dinheiro no farol, tomando banho de piscina de 1.000 litros em plena rua da Consolação, e detalhe… o frio era demais aquele dia. Enfim, coisas humilhantes mesmo, que jamais poderia acontecer em um momento tão feliz, o início de um novo ciclo. O mais impressionante de tudo é que, no caso divulgado recentemente, os alunos “agressores” serão médicos em menos de um ano, essas pessoas vão cuidar da nossa saúde… não precisa dizer mais nada, né?!
Beijão Re.
Já vi isso acontecer com um colega meu, e acredite, isso não acabou bem. Infelizmente os “valentões” não foram devidamente punidos e ele (o meu colega) teve que mudar de escola. Acho que uma boa maneira de tentar evitar as piadinhas de mal (péééssimo) gosto, as fofocas e tudo mais é levar na brincadeira. Se mostrar que não gostou será pior ainda. Falo isso por experiência própria.
No caso das agressões a melhor saída é avisar aos pais. Porque às vezes até mesmo a escola acaba sendo cúmplice, incobrindo casos como esse, como no caso do meu colega.
beeeijão
Boa noite, Re.
Li o texto e um pouco pude lembrar da época que estudava em uma escola próxima de onde moro.Imagino como é difícil conviver com brincadeiras e insultos dos mais diferentes tipos.Todos expressados sempre de maneira agressiva e fria.
Acredito que antigamente algumas formas infelizes de intimidação eram mais “leves” comparada as demonstrações de desafeto dos tempos modernos.Embora menos violentas , feriam e marcavam como arma de fogo.Como sabemos palavras podem trazer grandes alegrias ou acabar com o pouco de auto estima ainda guardadas.
Os valentes são tão vazios.Despem-se de integridade para arrancar através de tantos movimentos violentos e abusivos a paz dos outros.Isso acaba gerando um círculo vicioso que infelizmente acaba sendo norteado por sentimentos pesados e de vingança.
Não sei se isso vem de base familiar ou de circunstancias vividas que geraram um tipo de fúria destrutivos, mas noto que aparentemente todos sabem que existem pessoas assim mas acaba sendo normal.Como disse, os trotes na faculdade (lembrei do moço da USP que morreu ao lado da piscina) e tantos outros casos fora de faculdades.
Posso finalizar dizendo que vivemos um tipo de retrocesso em relação as relações que temos com as outras pessoas.Hoje, cria-se um cenário de guerra por nada.Pessoas ferem por coisas insignificantes, matam sonhos, findam talentos e rompem através de atitudes insensatas a linha do respeito e igualdade.
PS: Espero que não tenha lhe entristecido por ter escrito com um pouco de atraso no seu aniversário.
PS2: As vezes escrevo, não sei se nossos e-mails ficaram de bem, a comunicação é lenta…*rs.
Ps3: Boa palestra.
Ps4: Boa noite!
Um beijo para você.
mil beijos querida.
Nem lembrava mais o real significado da palavra trote, Re…
“O termo se refere a uma certa forma de se movimentar dos cavalos, uma andadura que se situa entre o passo (mais lento) e o galope (mais rápido). Todavia, deve ser lembrado que o trote não é uma andadura normal e habitual do cavalo, mas algo que deve ser ensinado a ele (muitas vezes à base de chicotadas e esporadas). Da mesma forma, o calouro é encarado pelo veterano como algo (mais que um animal, mas menos que um ser humano) que deve ser domesticado pelo emprego de práticas humilhantes e vexatórias; em suma, o calouro deve “aprender a trotar”.”
É primitivo. Desumano. Doentio. Imaturo…
Pior é que se torna um ciclo, já que alguns dos que sofrem com este tipo de trote parece que gostam… Porque não veem a hora de um dia repetir com outros calouros, né?
Roberto,
que bonito o jeito que vc escreveu. É isso mesmo que a gente sente! *_*
Ingrid,
fala sério! rs ♥
Vai ficar grandin este comentário, Re. Mas aproveitei a viagem, tá bão?!
Beijos,
Fabi
Bom dia, Rê! ♥
BOM DIA A TODO MUNDO, BOM DIA REGINA E MUITOOOOO OBRIGADA PELA MENSAGEM!!!!!!!
Hoje seria aniversario da Elis Regina, como ontem foi do meu amado JERRY LEWIS! Março é mês natalicio de GENTE BOA, né REGINA??!!!! rsrsrsrs
Bjs
Anna,
gente boa e talentosa. Mas a maior qualidade dos nascidos em março é a modéstia, como você deve ter notado, né bem?! rs rs rs
Beijos, querida.
Regina
Dai, que chato o que fizeram com o professor! Muito cruel.
Carol, bom dia, querida.
Beijos,
Regina
Lendo as histórias acima, do professor e da modéstia, me fez lembrar um piadinha.
A professora pergunta ao Joãozinho:
- Joãozinho, quais são suas maiores qualidades?
Ele não teve dúvidas ao responder…
- Fessora, sou bonito, inteligente e muito humilde.
Continuando…
Sempre tem o outro lado da ‘questã’, né.
A escola é o lugar onde podemos aprender, também, a lidar com as diferenças. Pensando no início da vida escolar, normalmente é lá que encontramos crianças de outras famílias, que têm outra criação, outros hábitos e etc. Se os pais encaram os desafios da convivência como agressão ou intimidação fica muito complicado pra todo mundo. É necessário aprender a relevar, ceder, não dar ouvidos, ter bom humor para se desvencilhar de algumas situações. É importante perceber que muitas vezes somos nós os agressores, intencionais ou não.
Para quem tem filho na escola, o desafio é estar perto mas não muito, para não atrapalhar. Os pais precisam acompanhar o que acontece, orientar e ficar atento para intervir se for necessário. A ação dos pais pode ajudar o filho a ter atitude firme ou, ao contrário, deixa-lo numa posição ainda mais constrangedora.
A vida apresenta desafios que podem ser encarados como maldição ou como oportunidades de superação.
Beijos, queridos
Regina
Rê?
Regina
E por falar em aniversariantes do mês de março, minha mães completaria 80 anos em 12.03, sexta-feira passada.
O aninersário seria dela, se ainda estivesse neste plano, mas quem ganhou o presente, fui eu.
Que felicidade!
Beijo mãe, beijo pai.
Mari Melo, oi, querida!
Roberto, ‘pequenas’ gentilezas da vida, não?
Beijos,
Regina
Regina
GRANDES gentilezas do Cósmico.
Bj
Bom dia quase boa tarde, Rê.
beijos
Aaaaaan =/
Estou na escola agora. Fazendo trabalho de Artes de Jogos Digitais. Só dei uma passadinha, pensei que você já tinha saído.
beeeeeeeijãão
A ‘questão’ não é quantas vezes ao longo de nossa vida, sofremos este tipo de assédio, mas sim quantas vezes nós fomos os autores. O que é mais grave? Quando feito de forma consciente ou inconscientemente? Como nos saímos diante de uma ou outra situação? Qual foi a nossa resposta/reação diante disso? Quem de fato ainda não vivenciou, de um ou de outro lado, que atire a primeira pedra.
Costumeira e culturalmente somos impulsionados a nos fazermos passar por vítimas. Demorei muito tempo para aceitar determinados conceitos. Um deles nos diz que, somos responsáveis por tudo o que nos acontece. Isto inclui o que há de bom e de ruim. Mas como vítimas do destino e da crueldade SEMPRE alheia, costumamos ver as coisas, com parcialidade. Nunca somos culpados de nada. A culpa sempre é dos outros. Mas se a vítima de hoje já foi o algoz de ontem? Se entendermos que nossa vida teve início há muitos séculos, talvez aceitássemos melhor determinados fatos.
Existe uma dualidade no Universo, ainda não compreendida e aceita pela maioria. Comecemos a observar o mundo e as coisas ao nosso redor. Seja simplesmente um mero observador, sem permitir a utilização dos sentidos físicos e não dar vazão aos sentimentos. Mesmo que muitas coisas nos pareçam injustiças, a justiça sempre se faz presente na lei da causa e do efeito.
Há tempo para tudo! Para plantar e para colher. O que de fato queremos colher? Quando escolhermos o fruto, aprenderemos a plantar. A decisão é só nossa! Não esqueçamos que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Namastê!
Muito cruel mesmo, Re.
Sobre os nascidos em março…
“gente boa e talentosa. Mas a maior qualidade dos nascidos em março é a modéstia, como você deve ter notado, né bem?! rs rs rs“
hahaha
E não é? rs
Beeijos,
Dai
OI linda, como estás rainha?
RÊ, lendo o seu poste, lembrei-me de um fato mto triste q/ aconteceu no ano passado com meu sobrinho Anderson de apenas 4 aninhos de idade.
Foi bem na época em q/ ele estava começando a se adaptar a um ambiente novo, com seus coleguinhas de classe.
Sabe, eu até acho normal uma briguinha de coleguinhas de vez em quando. Agora, o q/ me irritou foi o fato disso prejudicar a educação de meu sobrinho, uma criança.
Ele não estava mais querendo ir a escola, a mãe dele perguntava o pq, e ele dizia q/ era por causa dos coleguinhas q/ ficavam batendo nele.
Ela pediu pra q/ ele falasse pra tia. E ele disse q/ ela dizia pra ele fazer a mesma coisa.
VC PODE ACREDITAR EM UM ABSURDOS DESSES?
Onde vamos parar? com tanta violência?
Isso é um absurdo, uma professora ensinando uma criança de apenas 4 anos de idade a ser uma pessoa violenta. È claro q/ imediatamente, demos parte dessa agressora, sim, pq se ela estava passando isso pro seus alunos, sabe se lá o q/ mais ela ensinava, no é? UMA COISA EU GARANTO, A LER É Q/ NÃO ERA!!!
E isso infelizmente tem acontecido em muitas escolas. Temos q/ esta bem atentos em nossas crianças, acompanhar-las sempre. Como vc mesma falou; “estar perto mas não muito, para não atrapalhar. Os pais precisam acompanhar o que acontece, orientar e ficar atento para intervir se for necessário.”COMO FEZ MINHA CUNHADA!
Pois, aquela suposta professora, estava confundindo a cabeça da criança. Minha cunhada sempre diz pra seus filhos obedecerem a tia na escola e NÃO BRIGAREM NUNCA, JAMAIS, POR MOTIVOS NEM UM.
Eu ficou tremenda-mente chateada, pé da vida quando ligo a tv e ouço qualquer tipo de violência com crianças.
Pois são seres indefesos, inocentes. Q/ precisam a todos instante de carinho e mto amor, pois só assim elas serão pessoas do bem AMANHÃ!
DEUS Q/ NÃO PERMITA Q/ EU VEJA UMA CRIANÇA SER MALTRATADA COM QUEM QUER Q/ SEJA!!!
Regina, Nossa que de mais seu poster são realmente, de tocar profunadamente na alma, confesso que quando criança sofri muito com isso, mas logo que entrei na adolescência deixei isso pra lá e na verdade deixei foi a vida me levar!!rsrsrs
Mas fico muito feliz por este blog exister e eu poder fica assim ligadinho ainda em vc, afinal vc faz uma grande falta na TV brasileira, tão espiradora, que as tardes da semana perdeu completamente seu brilho!!!Mas sempre quando posso estou aqui dando uma espiadinha no se blog!!!
Saudades!!!!
Me emocionei com o relato do texto acima.
Bullying é tão triste!
Eu acho isso atitude de pessoas baixas,sem ética,que não tem sentimento; Pessoas desumanas!
E infelizmente,isso é mais comum do que podemos imaginar.
Quem sofre com bullying fica com as maiores feridas na alma, e isso é coisa que só tempo pode cicatrizar.
Infelizmente é uma dura realidade!
Beijos Rê!
Linda semana a vc e a todos na nave!
Hoje já é quarta-feira e eu desejando uma boa semana.
Isso parece texto pronto de segunda-feira neh?
hahahha
Então..
BOm restim de semana tá?
Beijoooos!
Oi Regina! Tudo bom?
Bom… esse é um assunto, pra mim em particular, muito sério. Muito mesmo. Eu fui vítima de bullying durante alguns anos da minha infãncia, entrando na adolescência. Dos oito até, mais ou menos, uns treze anos, eu acho. Que fase difícil na minha vida, que não gosto nem de lembrar!
Na época, eu era uma criança bem gordinha, era muito estudioso, meio autista e sentava na primeira carteira, frente para a professora. Me lembro de ser taxado de coisas horríveis e, por diversas vezes, fui humilhado durante as aulas. Nerd, CDF, baleia, eram coisas difíceis de ouvir nessa idade. As professoras tentavam intervir, mas acho que por não saberem como proceder numa situação assim, elas se omitiam. Isso torna tudo mais difícil, porque o aluno se sente sozinho na ‘arena’.
Regina, analisa comigo, a criança vê a escola como nós adultos vemos o trabalho: responsabilidade; não tem como sair quando queremos. Imagine uma criança dentro da sala, sabendo que terá que ficar ali estudando por horas, com um monte de crianças lhe zuando. Pra onde correr? Não tem como…
E os professores, despreparados, não sabem como agir, porque lidam com menores.
A fato é que essa situação é grave, é séria, merece total cuidado e atenção! Porque, Regina, posso confessar que ‘pensamentos suícidas’, vez ou outra, aparecem mesmo! E alguém precisa tirá-los da cabeça da criança.
Dou um alerta aqui para quem é vítima de bullying: Nunca o silêncio! Ninguém precisa passar por isso sozinho. Numa conversa franca é preciso contar aos pais, em primeiro lugar. Depois a direção da escola e, se preciso, ao Conselho Tutelar. Há saída.
O silêncio é pior. Acredite.
Um grande abraço
Fique com Deus.
Oi Re,
Como faz bem expor o que pensamos e receber outras maneiras de tratar o mesmo assunto ainda mais sendo delicado como o sugerido.Encontrar o meio termo acredito que seja o mais dificil.
Você levantou uma questão que me chamou a atenção que trata da importãncia que a escola possui desde o início.Lá aprendemos de tudo um pouco e temos contato com diversas situações.
Devido o peso que tantas situações traumaticas geram nos esquecemos de recordar p lado bom.
Aprendi mais um pouco e saio daqui refletindo mais em mais sobre “os dois lados” das histórias.
Bjs
REGINA: BEM APROPRIADO ESTE POST. DEVERIA EXISTIR UMA PUNIÇÃO SEVERA PARA QUEM PRATICA O BULLYING E PARA OS TROTES VIOLENTOS.
ROBERTO: HUMILHOU!!!! (RSRS)
HELEN: ADORO SUAS “INTRODUÇÕES”. POR QUE UM EXCELENTE SÃO JOÃO TÃO ADIANTADO????
BJS A TODOS.
ROBERTO,
sem palavras para o seu comentário sobre o nosso MARAVILHOSO encontro.
Foi lindo mesmo,MOMENTOS MÁGICOS.
Beijos
CECI E ESTELA,
Mil beijos para vocês,queridas.
REGINA,
Lindo dia para você,querida.
Como você já deve ter notado,eu sou a mais quietinha,não havia comentado nada sobre o ENCONTRO,mas o mais importante é o que eu senti e guardarei esse dia para sempre na minha memória e no meu coração.
Beijos,beijos,beijos,minha flor.
Bom dia Rê
Andei pesquisando na net, algo que talvez fosse interessante para o assunto do tema.
É engraçado que eu nunca conseguí associar o Bulling aos trotes universitários!!!!! e só tem a ver…
…então lendo sobre isso encontrei esses artigos:
http://64.233.163.132/search?q=cache:pSKHTV3nxKEJ:www.novacriminologia.com.br/Artigos/ArtigoLer.asp%3FidArtigo%3D2664+trote+universitario+e+bulling&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
esse eu achei muito bacana:
http://www.antitrote.org/artigos/?id=26
Beijão queridona
Helen
Jonas,
fico muito feliz por você ter superado o trauma. Não deve ter sido fácil.
Silenciar é aumentar o sofrimento. Imagino a angustia, a tortura, a punição que deve ser! Você tem toda razão: sempre há uma saída. Sempre há a quem recorrer.
Abraço, querido.
Regina
Regina vc tá on? bom dia, beijos!!!!!!!!!!
Regina do Ceará,
bom dia, querida.
Beijos,
Regina
Vc viu que tá só eu e vc on?
Por favor me diz que você ainda está aí! =/
Oi, Mari Melo
comecei a ler um artigo e me distraí…
Beijos, querida.
Regina
Oi Rê bom dia!
Estou na escola, agora é aula de Cultura de Jogos Digitais. Estou no laboratório, aproveitando a net enquanto o prf prepara a net. rs
Rê, você é muito fofa! *-*
O professor vai começar a explicação.
beeeeijão
♥
Beijos
Bom dia
Li sua mensagem , a ultima, Regina e tive que rir claro! rsrsrsrsrsrs
Não sei se somos modestos, mas quem é bom já nasce Diesel kakakaka
Estou animada apesar das noticias pouco animadoras, sonho da casa própria vai ter que esperar, não por conta nóssa mas sempre existem os irresponsáveis e sem palavra de plantão, fazer o que? Life goes on…
Bjs
NAEMI
Um antigo amigo dizia que, como o tempo está passando tão rápido, já podemos adiantar os votos dos festejos…
lembrei disso e postei assim.
Só curtição mesmo…
Beijos
“A vida apresenta desafios que podem ser encarados como maldição ou como oportunidades de superação.”
Concordo contigo, dona Rê!
Eu prefiro enxergar como oportunidades de superação. A vida fica bem mais leve desse jeito.
Beijos,
Dai
Eu estava passeando pelo blog. Em “Uma corrente do bem (I)“, pude reler o seguinte trecho, escrito por você:
“O mundo anda tão esquisito aos meus olhos… De acordo com meus valores e
percepções, tenho a impressão de que está cada vez mais fora de moda aquilo
que realmente importa, aquilo que realmente nos faz feliz. Quando tento
explicar meu ponto de vista, parece que me olham como um ser estranho.
Aliás, meu ponto de vista algumas vezes é tão diferente do da maioria que
me sinto estrangeira no meu país.”
Rê, hoje, depois de dois anos, sei exatamente o que isto.
Sei por sentir na pele; sei por saber o peso das coisas; sei por não me conformar com o que acontece neste mundo – a propósito, tenho uma birra tão grande deste mundo; sei por ter, hoje, uma consciência “impalpável” para quem apenas vive.
Existir com este senso de importância e de valores é existir contrariado. Eu, sinceramente, prefiro existir assim a me conformar com ideias, modos e meios absurdos.
Beijos,
Dai
Quem quiser se aprofundar no tema, veja o link abaixo:
1 Caracterização do bullying
2 Características dos bullies
3 Tipos de bullying
4 Locais de bullying
4.1 Escolas
4.2 Local de trabalho
4.3 Vizinhança
4.4 Política
4.5 Militar
5 Alcunhas ou apelidos (dar nomes)
6 Ver também
7 Referências
8 Ligações externas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
Namastê!
Feliz aniversário
Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano.
Desejo a você…
Minha linda cidade São José do Rio Preto
“Parabéns pelo seu 158 anos”
Um complemento ao meu comentário anterior:
“Quem me dera, ao menos uma vez, que o mais simples fosse visto como o mais importante. Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.” (Índios – Renato Russo)
É….se continuar assim o blog vai quebrar rápido…
Tópicos nada interessantes…(minha opinião)
O Dr.Rberto tomando conta do pedaço…
É…isso para os fãs é extremamente desmotivador…mas talvez esteja preocupada em manter o blog só para os amigos mais chegados…
Cuidado com os tropeços, eles levam aos tombos, tombos esfolam as mãos e os joelhos…
Para assuntos pessoais existe e-mail, msn, encontros, telephones…já esqueceu disso????
Boa sorte…
Rê,
a Dai e eu postamos o poema “A pricesa do nosso conto” no: http://daianebraghin.blogspot.com/ E explicamos uma das frases.
É pra você!♥
Beijos,
Fabi e Dai
Regina, procurei seu blog pois estava assistindo, eu e minha mãe, a tv atarde e deu um vazio….concerteza as duas pensamos em voce…estamos com saudades…não gosto muito de paracer o que chamamos de “puxa saco” mas tenho que te elogiar, nunca vi nos meus longos 18 anos (rsrsr) uma apresentadora com tanta classe como voce, que sabe respeitar os sentimentos da pessoas e não explora-las para gerar ibope como, infelizmente, fazem por ai….Voce respeita os sentimentos e os valores de cada um e o que aqui em casa nos fazia gerar a grande admiração de todos é a valorização da familia que voce passava em seus programas..aqui em casa somos católico e nossa bandeira é a familia e como infelizmente faltam programas que valorizem o ambito familiar, pelo contrario sobram os que a tentam destruir…por isso eu e minha mãe sentimos falta de voce hoje a tarde!!!!
Esperamos que voce volte, pois é muito raro o programa que se sustenta sem acabar com o valor ou o sentimento familiar, lembre-se que voce não estava sendo importante pra mim ou pra minha mãe mas pra muitas familias no Brasil que te assistiam e que concertea muitas mudaram seus pensamentos e suas atitudes e salvaram suas familias, pois são pequenos gestos que podem fazer a diferença…Ufa…Enfim axo q akbei!!!!!!
Beijos e fica minha admiração!!!!
Pessoal
Já que muitos são os valentões, quem sabe poderemos mudar isto com pequenas atitudes, fazendo o que recomenda a frase abaixo, hein?
“Hoje dê um dos seus sorrisos a um estranho. Esse pode ser o único raio de sol que ele verá durante todo o dia.”
(Frase do filme, P. S. I love you)
PS BFS a todos. Acho que já torrei demais esta semana! Fui!
“AUTONOMIA” – E eu me pergunto, quando foi que EU, deixei que tomassem conta da minha vida.
Quando foi que eu me perdi, não percebi … É sinto falta, de ter autonomia …
As vezes penso que a mulher só muda de dono (Não todas é claro).
Beijo.
Beijos, amore!
Fabi
Meus amores,
quem quer conversar não pode ficar de fora, né?
Beijos,
Regina
Linda tarde, Rê.
Beijos
Rê,
Não entendí o seu último comentário?????
Poderia traduzir pro brasileiro, plis??
Beijos
Se tá fora pq tá dentro? rs
Rê, já saí e já voltei. O sol “tá que tá”. Lindo está o dia!
Re, tô fora do blog tbm, visse!
É tudo psicológico!
Uó!
Hoje, sexta-feira, no Programa do Jô:
Dan Barry – ele é astronauta da NASA e professor da Singularity University que é uma espécie de universidade do futuro. Dan fez quatro passeios espaciais e duas visitas à estação espacial internacional. Ele deixou a NASA em 2005 e está entre os 10 melhores astronautas que realizaram passeios espaciais.
Abafa,
acho que entendí, srrs
Beijos
♥
Regina,
quarta-feira,17,peguei um ônibus da linha V.Mariana-T.Grajaú,e,adivinha,te vi o tempo todo…
Ah!Vocé já deve ter entendido,vi o seu vídeo da Campanha do teste HIV.Perdi até as contas de quantas vezes passou.
Legal,né querida,é sinal de que está sendo bem divulgado.
Beijos,amiga e um maravilhoso final de semana.
Olá!
Eu já discuti muito esse assunto no ano passado (2º colegial), a professora fez debate e produção de texto.
Eu concordo com tudo que você falou nos seus comentários. Acho também que tudo começa com apelidos, e são deles para pior. Eu nunca fui vítima de bullying não, mas já tive muitos apelidos, toda vez que mudava de colégio tinha um perturbado na sala. Já me estressei muito, mas com o tempo passei a não ligar.
Acho que o problema do apelido está na intenção, se é depreciativo ou apenas uma brincadeira. Se tem solução eu não sei, mas tudo vem da educação, ou da falta dela.
Rê, adoro ler o bate-papo de vocês, pena que eu nunca participo.
Beijos,
Carol.
HELEN,
TRADUZINDO: TEM QUE ESTAR “DENTRO DO BLOG” (RsRs).
Vc leu everissing(????). All comentis abovi (???) Não sei se vc escreveria assim. Preciso praticar meu INGREIS com vc.
ROBERTO,
Vc foi beeemmmm FILOSÓFICO n seu comentário. Congratuleicion (é assim, Helen?).
Bjs
Roberto,
Você não torra não!
Re,
Ops, gosto daqui, mesmo não vindo sempre.
Como admiradora do que é bonito, chama-me a atenção as flores que crescem e o céu sempre azul que tornam esse lugar um cantinho bom para sentir-me feliz.
Bjs e bom final de semana.
Paz.
Bom dia Rê,
Evribari Pipous gudimornin
Passando para desejar um excelente final de semana a todos e oferecer a imagem da NASA aos meus amigos.
Queria eu estar sentada no lugar do homem que aparece.
Beijos a todos
Helen
Bom dia Rê!!
Esse tema provoca uma certa angústia. Pensar em crianças sendo vítimas de uma situação de constragimento por um longo período de tempo, me angustia.
Penso que é importantíssimo que a relação com os pais seja de muito diálogo. Para que esse filho se sinta à vontade para relatar o que está acontecendo. Ouvir esse filho falando sobre o dia dele na escola é um exercío que fortalece o relacionamento pais e filhos. E poderá trazer soluções para situação de abusos.
Um beijo Rê!
Ângela
Rê!
Há pessoas que pensam que o que não é interessante para elas, não deve ser interessante para o resto do mundo.
Não é bem assim, aquilo que não desperta minha atenção, poderá ser importante para outros.
Afinal o mundo não gira ao meu redor.
Além disso, sentimentos como ciúme e inveja deixa a criatura humana amarga, agressiva e deselegante.
Pena para quem sente e alimenta esses sentimentos.
Beijos!
Ângela
ANNA MARIA REVOREDO
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
Querida,tudo de mais BELO E MARAVILHOSO para você.
Aproveite cada minuto deste dia tão especial.
Beijos e um abralo beeeeeeem apertado.
ANNA MARIA REVOREDO
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
Querida,tudo de mais BELO E MARAVILHOSO para você.
Aproveite cada minuto deste dia tão especial.
Beijos e um abraço beeeeeeem apertado.
Bom dia Regina!!!
Como vai voce? Desejo que tudo esteja bem, na mais perfeita harmonia.
otimo fim de semana pra ti,flor.
bjos e fique com Deus!
Olá Regina!
Vc está bem?
Estava vendo o vídeo sobre o teste fácil e me deu uma saudaaaaaade!
Será que é verdade isso que acabei de ler????? Será?????
E agora… como fica minha curiosidade?????
Para CECI
Ceci, eu queria muuuuuuuito estar em São Paulo nessa segunda feira e por toda a semana para assistir o julgamento de Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá.
Se pudesse pegar uma semana de folga no banco, eu iria p tentar assistir esse tribunal do juri… Juri popular vai ser demorado e durar mais de 3 dias, senao a semana toda para entao ficarmos sabendo a resposta da justiça do homem. Porque é preciso analisar os 2 lados, ja imaginou condenar alguem inocente? Ou libertar um culpado?
Na verdade Ceci, penso que ja estao condenados, tanto pela sociedade tanto pelo lado espiritual… nunca mais serão os mesmos…absolvidos ou condenados????!!!! isso a justiça pode escolher…
Embora pense que dificilmente serão absolvidos, alem das provas contra o casal, a midia “come” em cima do caso.
Pelos julgamentos que assiti aqui em cataguases, provavelmente a ACUSAÇÃO irá escolher jurados que têm filhos, e a DEFESA escolherá jurados que nao têm filhos, de preferencia por causa da comoçao… O dirieto penal tem muito disso: TEATRO E COMOÇAO. Cabe os jurados analisarem isso…
A DEFESA nao tem provas para comprovar a inocencia do casal, mas se conseguirem convencer os jurados, poderao conseguir a absolvição do casal pelo IN DUBIO PRO REO (na incerteza, decida-se em favor do réu) é um dos princípios fundamentais do direito penal.
FRANCISCO CEMBRANELLI terá um processo de mais de 5.000
paginas de acusação… lembrando que Cembranelli atuou em 1077 julgamentos e ganhou mais de mil como foi falado na midia.
Ceci, O EMBRATE DESSE JULGAMENTO NÃO SERA ENTRE A CULPA E A INOCÊNCIA, MAS ENTRE A CERTEZA E A DÚVIDA.
To torcendo aqui para que você consiga assistir esse julgamento… E QUE ENTRE A DUVIDA E A CERTEZA, QUE VENÇA A JSUTIÇA!
bjos, se cuida,flor!
PARA CECI
COINCIDENCIA OU NAO,o juiz Maurício Fossem é quem vai determinar o tempo de prisão, caso forem condenados, FOI ESSE JUIZ QUE DECIDIU, em 2004, O VALOR DA PENSÃO ALIMENTICIA DE ISABELA NARDONI.
aff… ceci pode esperar EMOÇAO, TEATRO E COMOÇAO nesse julgamento,flor.
Onde estais? rs
Lembrança constante. ♥
Beijão, minha querida.
Carol.
BOA TARDE REGINA.
Anna Revoredo quero lhe parabenisar pelo seu aniversário
e por vc ter conseguido sua casa própria, que presentão
em menina!Vc está completando 4 anos de vida,pois tem uma frase que diz que a vida começa aos 40 não é?
“Não há nada que não se consiga com a força de vontade, a bondade e, principalmente, com o amor.” (Cícero)
Oi Rê,
Tudo bem contigo? Estou bem! Vivenciando várias experiências novas pra mim e que me andam deixando fascinada… É tão bom descobrir coisas novas e ficar feliz com essas novas descobertas!!!! Estou muito feliz com a fase nova da minha vida.
Desejo-lhe parabéns atrasadissímoooooo!!! Perdão!!! Foi dia 06, né??? Lembrei de ti no dia, mas não pude vir aqui dar-lhe os parábéns como tú, de fato, merecias!!!!
Tenha um bom FDS e quando der visite o meu novo blog pessoal(mais elegante) e o meu blog profissional, voltado para a minha futura profissão, RH .
Bjs,
Oi Regina, tudo bem? Só uma sugestão…
Se você não assistiu, vale a pena ver o filme “Um Sonho Possível”. Chorei do início ao fim… Mas fiquei muito feliz quando vi, ao final, que era baseado em uma história real.
Beijão,
Maísa
mil beijos flor.
QUE SAUDADES INFINITAS DE VOCÊ …
♥
Ops: Enquanto o prof prepara a aula*.
Oi, Rê!
Gosta de mágica? Com ou sem emoção? rs
Olha, eu não sou muito fã de mágica, não. Mas esse cara é maravilhoso, extraordinário…
http://www.youtube.com/watch?v=gbf1SY5Uj_4
Talvez você já tenha visto. Se não viu, espero que goste!
Beijos,
Dai
bOM DIA A TODOS
FLAVINHA, ADOREO FALAR COM VC AO TELEFONE, VALEU MESMO, VC É UM AMOR!!!!!!
ROBERTO, RECEBI SEU E-MAIL, VALEU QUERIDO!!
http://www.youtube.com/watch?v=bffKFvN_Dh4
aNA cAROLINA E SEU JORGE PRA VCS!! OHHH DEMAIS ISSO!!!
QUE MUSICA!! QUE LETRA!!!!
BJS BOA SEGUNDA!!
Oi Regina,
Passei por esta situação com meu filho durante o ano passado quando ele tinha 7 anos, confesso que tive dificuldade em saber ajudá-lo. Um grupo de 3 meninos de sua sala de aula o submetiam a situações de humilhação frente aos outros colegas, e por íncrivel que pareça um desses meninos era alguém muito próximo a ele e a mãe, até então considerado seu melhor amigo. Sinceramente não percebí na escola preparo adequado para lhe dar com tal situação,tinha as vezes a impressão de que ela justificava os fatos como fragilidade do meu filho.
Hoje ele está estudando na mesma escola porém em outro período e os fatos não tem se repetido.
um grande abraço
Oi Re.
Hj faz quatro meses que meu irmao faleceu aos 31 anos,lembra que eu te contei por email?A vida é assim né?agente tb tem perdas.Ainda n tinha contado aki no blog,só pra algumas pessoas,pois as imagens ainda sao mt fortes.Tenho fé que logo o verei denovo.
Minha psicologa disse que as vezes as coisas vem pro animal primeiro e depois pro ser humano?será?.Antes disso lutei com uma cadela por 2 meses que pegou uma virose,tivemos que mandar sacrificar ,pois nao tinha mais o que fazer sabe?o nome dela era charlotte.E sabe a gatinha que eu coloquei o seu nome?”REGINA”Ela tb morreu 2 meses depois envenenada,enfim,foram mts perdas,agora to recuperando o folego.Tive mt reviravolta na minha vida.Tivemos que mudar de cidade,pois o meu outro irmao que morava com o falecido ficou depressivo e bebia mt.EStavamos com medo dele fazer besteira,e nos mudamos, a familia toda sem nem nos despedir direito dos amigos pra essa cidade que to agora,Valença.Mas as vezes não entendemos pq certas coisas acontecem com agente,mais td tem um proposito né?
Com esses acontecidos,nos mudamos,mais o meu irmao q bebia mt parou,meu pai tb parou de vez,nessa cidade nova ja to trabalhando ,fazendo cursos,passei no vestibular,aos poucos estamos nos adaptandome nos consolando com a perda que tivemos.Enfim,queria compartilhar isso com tds do blog,pois são meus amigos.
Brigada Re pela atenção e espaco!
Juciene.
Rê…Boa tarde!
Acho esse tema,”Bulling”,muito complicado!
Fui vítima disso quando eu cursava o 3°ano do ensino médio em uma de rede pública.
Eu estudava em uma escola próxima à uma praça(era um ponto de drogas)…
Então eu estudava com todo o tipo de gente…
Apesar de ter professores muito ligados a mim,parecia que eles não tinham o poder de domínio da sala…(não sabiam como lidar com a situação)…
Eu me lembro que colocavam coisas na frente pra eu tropeçar…escreviam meu nome no quadro com frases feias…jogavam coisas em mim(nas minhas costas)…
Enfim…
Meus pais sempre foram muito presentes na escola…e isso só não tomou proporções maiores porque meus pais se manifestaram…
A escola,no entanto,não encontrava formas de deter esses alunos…e eu acaba sofrendo as consequências…
Até que quase no final do ano letivo…foi a gota d’àgua…eles aprontaram mais uma comigo…e eu saí da sala chorando e tals…aí um policial que trabalhava na escola me encontrou e foi na sala de aula e disse que se alguém ‘mexesse’ comigo eia se ver com ele…isso me ajudou a terminar o ano sem que outros episódios acontecessem.
Eu sei que comparado às agressões que se vê nos E.U.A…parece não ser nada…mas é objeto de sofrimento mesmo assim…
Bem…graças a Deus que isso não me fez perder a confiança nas pessoas e tbm eu consegui me recuperar de tudo isso!Fui pra outra escola fazer pré-vestibular e encontrei amigos maravilhosos…dignos de aplausos…foi o melhor ano da minha vida:2008!
Bjus…rainha…fuuuui
Queridos,
vejam que horror:
http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/03/30/suicidio-de-garota-apos-bullying-leva-a-indiciamento-de-9-adolescentes-nos-eua.jhtm
O Carlos Henrique e outras pessoas comentaram sobre a falta de preparo adequado das escolas para lidar com esse tipo de situação. Fica ainda mais difícil quando a parceria escola-família não funciona!
Beijos,
Regina
Um horror mesmo. =/
Eles sempre sabem do problema.
Essa garota cometeu suicídio, outros vão maquinando, até que explodem, saem matando todo mundo que está na reta…
Falta preparo mesmo, de todos os lados.
Oi Rê,
Em maio próximo o livro sobre bullying da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, já estará no mercado. A previsão é para o final da primeira quinzena. Título: Bullying – Mentes Perigosas nas Escolas.
Adoro os livros dela, esse será outro sucesso, com certeza.
Beijos
Opa, deu tempoooo!!!Sem net é ú ó.
Licença Rê… antes que o dia acabe.
Regina do Ceará
Muita luz, muita paz, muitas alegrias, não só hoje mas todos os dias da sua vida.
muitos beijos e felicidades
Helen
Oi Rê, que legal, palestra sobre budismo, deve ter sido bacana, só a paz mesmo.
Linda noite e belissimo dia amanhã.
Beijos doces
Helen
Oi, Rê!
Hoje ouvi uma moça perguntando para o filho, que não passa dos 13 anos, se ele tem ido à escola. Ela trabalha o dia todo e não conseguia estar presente, então, o menino foi morar com o pai, que também trabalha e não arruma um tempinho sequer para cuidar do filho. Não tem controle.
A mãe me disse que o menino passou seis meses sem ir à escola. Mentia que tinha ido, mas cortava o caminho, deixava a hora passar e voltava pra casa. Ela só soube depois.
Na hora lembrei deste post.
Será que esse menino sofre com algum problema a mais na escola ou é só preguiça mesmo de estudar?
Penso que se não tomarem providências enquanto ele ainda é um menino, nem quero imaginar o que será.
Vou tentar falar com a mãe amanhã. (ela trabalha na padaria) Hoje fiquei com medo de ser muito intrometida. Mas não esqueci.
Beijos e um excelente dia pra vc!
Fabi
O blog está com 7 min de atraso no relógio. Ou o meu que tá adiantado? rs
Beijos,
Fabi
Oi!!!
Lembra da moça que tem um filho que não vai à escola?
Falei com ela, mas achei tão “sem noção” o que ela disse…
Perguntei como está o menino, se ele voltou pra escola e se ela sabia o motivo dele não querer ir. Perguntei enquanto ela me atendia na padaria.
Ela disse que não sabe se ele está indo à escola porque ele mora com o pai. Como se ela não fosse mais mãe depois que ele foi morar com o pai. E o motivo dele não querer ir pra a escola é porque o professor é homossexual. Acredita?
Não sei o que isso tem a ver.
Ela deu a entender que o menino tem razão de não querer ir à escola por isso, quando disse: “Mas ele é mesmo!” Referindo-se ao professor ser homossexual.
Agora entendi porque esse menino é assim.
Não sei pra que ter filhos, se é pra ser desse jeito…
Isso tem continuação…
Beijos,
Fabi
Fabi,
que horror, não?
Beijos, querida.
Regina
Um horror mesmo, Re. Que triste.
Falei com a moça de novo. Agora o menino voltou a morar com ela. E parece mesmo que retornou às aulas normalmente.
Assim seja!
E tomara que respeite o professor.
Beijos,
Fabi
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