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	<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:20:06 +0000</pubDate>
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		<title>Autonomia</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[








Outro dia ouvi a seguinte historinha:



Um súdito foi até o Rei e perguntou:
O senhor que é tão sábio, poderia dizer o que é que as mulheres buscam?
O Rei, muito honesto, disse não saber qual a resposta mas se comprometeu a sair em busca dela. E assim foi feito. Para a missão, convocou seu fiel escudeiro. [...]]]></description>
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<br />
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<p>Outro dia ouvi a seguinte historinha:</p>
<p></p>
<p>
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<p>Um súdito foi até o Rei e perguntou:<br />
O senhor que é tão sábio, poderia dizer o que é que as mulheres buscam?<br />
O Rei, muito honesto, disse não saber qual a resposta mas se comprometeu a sair em busca dela. E assim foi feito. Para a missão, convocou seu fiel escudeiro. Partiram os dois, com a intenção de vasculhar o reino e só voltar com a solução do &#8216;enigma&#8217;. Andando pela floresta, encontraram um mulher muito feia. Uma bruxa. Horrorosa. Medonha. Eles ficaram assustados com a aparição daquela figura que foi logo dizendo, antes mesmo que eles falassem qualquer coisa:<br />
Eu tenho a resposta que vocês buscam.<br />
Eles se entreolharam animados. E ela continuou:<br />
Mas antes que eu a diga, preciso ser beijada por um de vocês dois.<br />
O Rei, sem pensar muito, foi logo incumbindo o fiel escudeiro de encarar o desafio. Durante o beijo a bruxa se transformou numa mulher muito, muito linda. Meiga. Encantadora. O rapaz começou a achar aquela situação toda muito interessante&#8230; ele poderia até casar com ela… Muito intuitiva, ela prosseguiu:<br />
Se você quiser, poderá se casar comigo. Mas terá que fazer uma escolha. Você me vê bonita durante o dia e, assim, poderá se orgulhar perante sua família e amigos por ter uma mulher bonita ao seu lado e `a noite terá que dormir com uma bruxa. Ou, ao contrário, assumir que é casado com uma bruxa e ter minha versão linda `a noite, só para você. O que você prefere?<br />
Ele, pensou, pensou e respondeu com um sorriso:<br />
Ah&#8230; você escolhe.<br />
E assim eles encontraram a resposta: autonomia.<br />
O que as mulheres buscam é autonomia para poder fazer suas escolhas. </p>
<p><font face="Arial" size="2">
</p>
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		<title>Hoje é meu aniversário!</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/03/06/hoje-e-meu-aniversario/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 09:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[











Happy Birthday from Jordan Kohler on Vimeo.










]]></description>
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<p><a href="http://vimeo.com/1658836">Happy Birthday</a> from <a href="http://vimeo.com/user721292">Jordan Kohler</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>Chimamanda Adichie:  o perigo da história única </title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/03/01/chimamanda-adichie-o-perigo-da-historia-unica/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/03/01/chimamanda-adichie-o-perigo-da-historia-unica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 11:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[
























As nossas vidas, as nossas culturas, são compostas por muitas histórias sobrepostas. A romancista Chimamanda Adichie conta a história de como descobriu a sua voz cultural - e adverte que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico.
(Para assistir com legendas, clique em &#8220;View subtitles&#8221; e escolha o idioma.)








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</center></p>
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<p><font face="Arial" size="2"><br />
As nossas vidas, as nossas culturas, são compostas por muitas histórias sobrepostas. A romancista Chimamanda Adichie conta a história de como descobriu a sua voz cultural - e adverte que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico.<br />
(Para assistir com legendas, clique em &#8220;View subtitles&#8221; e escolha o idioma.)</p>
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<br />
<font face="Arial" size="4"><b><center><br />
Morre José Mindlin. </font face="Arial" size="3"></b></center><br />
<font face="Arial" size="2"><center>Um brasileiro que muito contribuiu para que nossas histórias não se perdessem.<br />
Grande perda para todos nós!<br />
Clique na imagem abaixo para saber mais. </center></p>
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<p><center><a href="http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1509908-16020,00-BIBLIOTECA+BRASILIANA+ERA+SONHO+DE+MINDLIN.html" target="_blank"><img border="0" src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/jose_mindlin.jpg" alt="jose mindlin"></a></center><br />
</p>
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<br />
<center> Você encontra o link para a biblioteca Brasiliana aqui no blog, na coluna `a direita. </center></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Perseu e a Medusa</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/22/perseu-e-a-medusa/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/22/perseu-e-a-medusa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 11:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[







  Perseu e a Medusa 







 
Como o corajoso Perseu derrotou a terrível Medusa.
História de origem grega. 

 Para ouvir clique aqui. 






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			<content:encoded><![CDATA[<p>
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<center> <font face="Arial" size="5"><b> Perseu e a Medusa </center></font face="Arial" size="5"></b></center></p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/perseu.jpeg" alt="perseu - perseu" title="perseu - perseu" /></div></p>
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<p>
<div class="centralizado"><a href="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_rpipoca.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/rpipoca.jpg',995,122,'rpipoca - rpipoca'); return false;"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_rpipoca.jpg" alt="rpipoca - rpipoca" title="rpipoca - rpipoca" /></a></div></p>
<p><center> <font face="Arial" size="3"><br />
Como o corajoso Perseu derrotou a terrível Medusa.<br />
História de origem grega. </font face="Arial" size="3"></center></p>
<p><font face="Arial" size="3"><center><br />
<a href="http://www.radiopipoca.com.br/historias/show/id/19""target="_blank"> Para ouvir clique aqui. </a></font face="Arial" size="3"></center></p>
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<p><font face="Arial" size="2">
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Deixando ruim de lado,  por Rita Amaral</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/15/deixando-ruim-de-lado-por-rita-amaral/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/15/deixando-ruim-de-lado-por-rita-amaral/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 13:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[

 O Carnaval tem múltiplas origens. No Brasil, aliou-se à tradição católica e às culturas indígena e africana, dando origem a um rito que expressa as contradições do povo brasileiro.



No Brasil tudo acaba em Carnaval. Afirmações deste tipo - indignadas - sobre o caráter nacional, indicam a percepção de uma atitude francamente inconseqüente, por parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
<center><b><font face="Arial" size="3"> O Carnaval tem múltiplas origens. No Brasil, aliou-se à tradição católica e às culturas indígena e africana, dando origem a um rito que expressa as contradições do povo brasileiro.<br />
</font face="Arial" size="3"></b></center><br />
</p>
<p><font face="Arial" size="2"><br />
No Brasil tudo acaba em Carnaval. Afirmações deste tipo - indignadas - sobre o caráter nacional, indicam a percepção de uma atitude francamente inconseqüente, por parte dos brasileiros, em relação aos rumos que tomam as ações dos indivíduos, grupos e instituições. Em relação às recentes denúncias de corrupção no governo federal, ouve-se freqüentemente que tudo acabará em &#8220;Carnaval&#8221;, em &#8220;festa&#8221;, em &#8220;pizza&#8221;. </p>
<p>As expressões significam que ninguém será responsabilizado ou punido, como costuma acontecer no Brasil. </p>
<p>Em casos assim, a associação do caráter brasileiro à festividade aponta para a percepção de certa alienação, certa displicência e tendência ao descaso com a lei e a ordem, imediatamente associadas ao Carnaval, festa em que as regras podem ser quebradas, considerada pelos antropólogos um rito de inversão, momento em que valores e hierarquias são temporariamente invertidos ou apagados para ressaltar os valores sociais permanentes. Isso indica que um mundo às avessas nos é familiar ou, pelo menos, aceito sem muito problema. </p>
<p>Também no exterior, somos considerados o &#8220;país do Carnaval&#8221; (e o dicionário registra que a palavra &#8220;carnaval&#8221; pode significar &#8220;confusão, desordem, trapalhada&#8221;). Da inconseqüência e alegre irresponsabilidade. &#8220;O Brasil&#8221;, teria afirmado o presidente da França Charles De Gaulle, &#8220;não é um país sério.&#8221; No entanto, se a festa é tão importante na vida brasileira e, ao mesmo tempo, vista como tão deletéria, é preciso compreender seu sentido e por que o carnaval se tornou um símbolo nacional e um atributo de nossa identidade cultural.<br />
<a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/deixando_o_ruim_de_lado.html" target="_blank">Continua</a><br />
</p>
<p>
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<p>Página fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/">Revista Mente e Cérebro</a></p>
<p></p>
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<p>
<font face="Arial" size="1"><b>Rita Amaral </b><br />
 é antropóloga do Núcleo de Antropologia Urbana da USP, doutora em antropologia social, Ph.D em etnologia afro-brasileira pela USP e autora de Festa à brasileira: sentidos do festejar no país que &#8220;não é sério&#8221; (eBooksBrasil, 1998), disponível gratuitamente em <b> www.aguaforte.com/antropologia/festaabrasileira/festa.html</font> </b><br />
</p>
<p>
</p>
<p>
<font face="Arial" size="2"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Barulho animado</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/08/barulho-animado/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[
















Via Dalla Blog  





]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
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<center><object width="384" height="313">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KFtc_rpg-Wg&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1"></param>
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</p>
<p>
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<p>
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<p><center><a href="http://marcelodalla.blogspot.com/""target="_blank">Via Dalla Blog  </a></center></p>
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</p>
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<br />
<font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/08/barulho-animado/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O Homem e o Universo,  por Marcelo Gleiser</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/01/o-homem-e-o-universo-por-marcelo-gleiser/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/02/01/o-homem-e-o-universo-por-marcelo-gleiser/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[








Somos criaturas espirituais num cosmo que só mostra indiferença 


Algo paradoxal ocorre quando nos deparamos com nossa &#8220;pequenez&#8221; perante a Natureza.
Por um lado, vemo-nos como seres especiais, superiores, capazes de construir tantas coisas, de criar o belo, de transformar o mundo através da manipulação de matéria-prima, da pedra bruta ao diamante, da terra inerte ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
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<font face="Arial" size="3"><b><br />
<center>Somos criaturas espirituais num cosmo que só mostra indiferença </center><br />
</font face="Arial" size="3"></b></p>
<p><font face="Arial" size="2"><br />
Algo paradoxal ocorre quando nos deparamos com nossa &#8220;pequenez&#8221; perante a Natureza.<br />
Por um lado, vemo-nos como seres especiais, superiores, capazes de construir tantas coisas, de criar o belo, de transformar o mundo através da manipulação de matéria-prima, da pedra bruta ao diamante, da terra inerte ao monumento cheio de significado, dos elementos químicos a plásticos, aviões, bolas e pontes. Somos artesãos, meio como as formigas, que constroem seus formigueiros aos poucos, trazendo coisas daqui e dali, erigindo seus abrigos contra as intempéries do mundo. </p>
<p>Por outro lado, vemos nossas obras destruídas em segundos por cataclismas naturais, prédios que desabam, cidades submersas por rios e oceanos ou por cinzas e lava, nossas criações arruinadas em segundos, feito os formigueiros que são achatados sob as sandálias de uma criança, causando pânico geral entre os insetos. </p>
<p>O paradoxo se intensifica mais quando olhamos para o céu e vemos a escuridão da noite ou o azul vago do dia, aparentemente estendendo-se ao infinito, uma casa sem paredes ou teto, sem uma fronteira demarcada. E se pensamos que cada estrela é um sol, e que tantas delas têm sua corte de planetas, fica difícil evitar a questão da nossa existência cósmica, se estamos aqui por algum motivo, se existem outros seres como nós -ou talvez muito diferentes- mas que, por pensar, também se inquietam com essas questões, buscando significado num cosmo que só mostra indiferença. </p>
<p>O que sabemos dos nossos vizinhos cósmicos, os outros planetas do Sistema Solar, não inspira muito calor humano. Vemos mundos belíssimos e hostis à vida, borbulhantes ou frígidos, cobertos por pedras inertes ou por moléculas que parecem traçar uma trilha interrompida, que ia a algum lugar mas, no meio do caminho, esqueceu o seu destino. Só aqui, na Terra, a trilha seguiu em frente, criou seres de formas diversas e exuberantes, compromissos entre as exigências ambientais e a química delicada da vida.</p>
<p>Se continuarmos nossa viagem para longe daqui, veremos nossa galáxia, soberana, casa de 300 bilhões de estrelas, número não tão diferente do total de neurônios no cérebro humano. A pequenez é ainda maior quando pensamos que a Terra, e mesmo o Sistema Solar inteiro, não passa de um ponto insignificante nessa espiral brilhante que se estende por 100 mil anos-luz. Porém, se o que vemos no Sistema Solar, a incrível diversidade de seus planetas e luas, é uma indicação, imagine que surpresas nos esperam em trilhões de outros mundos, cada um um grão de areia numa praia.</p>
<p>Ao olhar para o Universo, o homem é nada. Ao olhar para o Universo, o homem é tudo. Esse é o paradoxo da nossa existência, sermos criaturas espirituais num mundo que não se presta a questionamentos profundos, um mundo que segue, resoluto, o seu curso, que procuramos entender com nossa ciência e, de forma distinta, com nossa arte.</p>
<p>Talvez esse paradoxo não tenha uma resolução. Talvez seja melhor que não tenha. Pois é dessa inquietação do ser que criamos significado, conhecimento e aprendemos a lidar com o mundo e com nós mesmos. Se respondemos a uma pergunta, devemos estar prontos a fazer outra. Se nos perdemos na vastidão do cosmo, se sentimos o peso de sermos as únicas criaturas a questionar o porquê das coisas, devemos também celebrar a nossa existência breve. Ao que parece, somos a consciência cósmica, somos como o Universo pensa sobre si mesmo. </p>
<p>Dedico esse texto ao meu querido Luiz, que hoje faz 60 anos.</p>
<p></p>
<p>
<br />
 <font face="Arial" size="2"><br />
 <a href="http://marcelogleiser.blogspot.com/"target="_blank">Página fonte </a></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"><br />
 <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Gleiser"target="_blank">Marcelo Gleiser </a></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2">
</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Traduzir-se (Ferreira Gullar)</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/25/traduzir-se-ferreira-gullar/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/25/traduzir-se-ferreira-gullar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 11:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[



De

foto: Claudia Ahimsa 

Ferreira Gullar:



Traduzir-se

                     Uma parte de mim
                     é todo mundo:
    [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
De</p>
<p><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/crono_foto9_2000_1.jpg" alt="crono foto9 2000 1 - crono foto9 2000 1" title="crono foto9 2000 1 - crono foto9 2000 1" /><br />
<font face="Arial" size="1">foto: Claudia Ahimsa </font face="Arial" size="1"></p>
<p><font face="Arial" size="3"></p>
<p>Ferreira Gullar:</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="3"><strong>Traduzir-se</strong></font><br />
<br /><font face="Arial" size="2"></p>
<p>                     Uma parte de mim<br />
                     é todo mundo:<br />
                     outra parte é ninguém:<br />
                     fundo sem fundo. </p>
<p>                    Uma parte de mim<br />
                    é multidão:<br />
                    outra parte estranheza<br />
                    e solidão. </p>
<p>                    Uma parte de mim<br />
                    pesa, pondera:<br />
                    outra parte<br />
                    delira. </p>
<p>                    Uma parte de mim<br />
                    almoça e janta:<br />
                    outra parte<br />
                    se espanta. </p>
<p>                    Uma parte de mim<br />
                    é permanente:<br />
                    outra parte<br />
                    se sabe de repente. </p>
<p>                    Uma parte de mim<br />
                    é só vertigem:<br />
                    outra parte,<br />
                    linguagem. </p>
<p>                    Traduzir uma parte<br />
                    na outra parte<br />
                    - que é uma questão<br />
                       de vida ou morte -<br />
                       será arte?</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><a href="http://literal.terra.com.br/ferreira_gullar""target="_blank">Mais Ferreira Gullar? Aqui. </a></p>
<p></p>
<p></font></p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>São Paulo hoje, 23 de janeiro de 2010</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/23/sao-paulo-hoje-23-de-janeiro-de-2010/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 15:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[





Almeida Rocha/Folha Imagem 

Funcionário da prefeitura exibe peixe encontrado em túnel alagado;
para técnicos, ele pode ter vindo de lago do parque Ibirapuera. 


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<p><font face="Arial" size="1"><center><br />
Almeida Rocha/Folha Imagem </center><div class="centralizado"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/abre23012010.jpg" alt="abre23012010 - abre23012010" title="abre23012010 - abre23012010" /></div></p>
<p><font face="Arial" size="2"><br />
<center>Funcionário da prefeitura exibe peixe encontrado em túnel alagado;<br />
para técnicos, ele pode ter vindo de lago do parque Ibirapuera. </center></p>
<p><font face="Arial" size="2">
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O LONGO CAMINHO CURTO O CURTO CAMINHO LONGO </title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/18/o-longo-caminho-curto-o-curto-caminho-longo/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/18/o-longo-caminho-curto-o-curto-caminho-longo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 10:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[








&#8230; &#8220;Certa vez uma criança arrebatou o melhor de mim. Eu viajava e me encontrava diante de uma encruzilhada. Vi então um menino e lhe perguntei qual seria o caminho para a cidade. Ele respondeu: &#8216; Este é o caminho curto e longo e este o longo e curto.&#8217; Tomei o curto e longo e [...]]]></description>
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<p>&#8230; &#8220;Certa vez uma criança arrebatou o melhor de mim. Eu viajava e me encontrava diante de uma encruzilhada. Vi então um menino e lhe perguntei qual seria o caminho para a cidade. Ele respondeu: &#8216; Este é o caminho curto e longo e este o longo e curto.&#8217; Tomei o curto e longo e logo me deparei com obstáculos intransponíveis de jardins e pomares. Ao retornar, reclamei: &#8216;Meu filho, você não me disse que era o caminho curto?&#8217; O menino então respondeu: &#8216;Porém lhe disse que era longo!&#8217; &#8221;<br />
Na trilha da sobrevivência, a &#8220;mesmice&#8221; muitas vezes é o caminho curto, o mais simples, e que tem os custos mais elevados (longo). Ir pelo caminho mais simples e mais curto é uma lei evolucionista. Certamente os corpos se movem na direção mais imediata e curta. Os galhos buscam a luz e o animal a água, mas sua inteligência interna, sua alma, está atenta a longas modificações. A tentativa de sobrevivência acontece nos campos de batalha do mundo curto e do mundo longo. As chances de extinção dos que percorrem caminhos curtos que são longos é muito grande. As espécies sobreviventes são aquelas que souberam fazer opções pelo longo caminho curto.<br />
Em nosso dia-a-dia sabemos muito bem quais são os processos curtos e quais são os longos. Fazemos também nossas opções por padrões que optam pelo curto. Mas nossos mecanismos de dectar se são &#8220;curtos longos&#8221; ou &#8220;longos curtos&#8221; existem e sempre estão aí para apontar novos inícios, por exemplo, de relações de trabalho, amor ou amizade.<br />
A coragem está em ouvir o menino das encruzilhadas. Ele, com certeza, alerta para ambas as possibilidades de caminho. Este menino das encruzilhadas é a alma. Não se assuste com as parábolas que falam de demônios dissimulados nas encruzilhadas. Os demônios das encruzilhadas querem sempre apontar os caminhos mais &#8220;curtos&#8221;. Ninguém que alerte para o fato de que os &#8220;curtos podem ser longos&#8221; e os &#8220;longos podem ser curtos&#8221; é de ordem demoníaca.<br />
Afinal, as encruzilhadas são de grande importância. Não são meras opções de acesso, mas de sobrevivência, e o curto caminho longo pode não levar a lugar algum. Se você estiver diante de uma encruzilhada, lembre-se do menino e preste atenção para não ser seduzido, pelo corpo, por um caminho curto. Lembre-se de que a paz está primeiro com quem vem de longe.</p>
<p></font face="Arial" size="2"></p>
<p></p>
<p><p>
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<p><font face="Time New Roman" size="1"><b><br />
Extraído de:<br />
Bonder, Nilton<br />
      A alma imoral:traição e tradição através dos tempos<br />
/ Nilton Bonder - Rio de Janeiro: Rocco: 1998. páginas 56 e 57</p>
<p></font face="Time New Roman" size="1"></b></p>
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		<title>Mario Quintana</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/11/mario-quintana/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[









&#8220;Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça&#8230;&#8221;



















Mais sobre Mario Quintata, AQUI  e AQUI.








 
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<br /><font face="Arial" size="2"></p>
<p>&#8220;Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça&#8230;&#8221;</p>
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<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/maquintana.gif" alt="maquintana - maquintana" title="maquintana - maquintana" /></div></p>
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<p><font face="Arial" size="2"><br />
<a href="http://www.estado.rs.gov.br/marioquintana/"target="_blank">Mais sobre Mario Quintata, AQUI <a href="http://www.releituras.com/mquintana_bio.asp"target="_blank"> e AQUI.</a></font face="Arial" size="2"></p>
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		<title>No ano que vem tem mais,  por Eliane Cantanhede</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/04/no-ano-que-vem-tem-mais-por-eliane-cantanhede/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/04/no-ano-que-vem-tem-mais-por-eliane-cantanhede/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 11:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[





 No ano que vem tem mais Folha de S. Paulo - 03/01/2010Eliane Cantanhede





Ok, o Brasil não tem tsunami, terremoto, furacão ou nevasca. Mas tem o flagelo da seca e a tragédia das chuvas que devastam e matam. A diferença é que a seca mata de geração em geração, lentamente, dia após dia, longe das [...]]]></description>
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<p><font face="Arial" size="3"><center><b> No ano que vem tem mais </font face="Arial" size="3"></b></center><font face="Arial" size="1"><center>Folha de S. Paulo - 03/01/2010</center></font face="Arial" size="1"><font face="Arial" size="1"><center><b>Eliane Cantanhede</font face="Arial" size="1"></center></b></p>
<p></p>
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<font face="Arial" size="2"><br />
Ok, o Brasil não tem tsunami, terremoto, furacão ou nevasca. Mas tem o flagelo da seca e a tragédia das chuvas que devastam e matam. A diferença é que a seca mata de geração em geração, lentamente, dia após dia, longe das redes de TV e da grande imprensa, enquanto as chuvas matam de repente, sorrateiramente, diante das câmeras, das fotos e dos repórteres. A seca do Nordeste empurra os filhos do Brasil para o Sul maravilha. E as chuvas no Sul maravilha fazem o Brasil inteiro chorar.<br />
A virada de 2009 para 2010 no Brasil inunda as redes mundiais de notícias e confronta as realidades dos dois Brasis: o do esplendoroso espetáculo dos fogos do Réveillon em Copacabana e o que sucumbe à lama, à falta de planejamento e à ocupação irregular de encostas.<br />
O contraste vai para as telas e para as páginas, alternando ora pessoas de todas as idades, felizes e em festa, ora as que choram a perda de filhos, mulheres, maridos, pais, mães, amores, não raro famílias inteiras. Ou que, simplesmente, perderam suas casas e todos os seus pertences sob a força da água.<br />
Sem emprego e sem os dentes da frente, um homem ainda jovem olha para a câmera e declara, em choque: &#8220;Perdi tudo, até o que nem acabei de pagar&#8221;. Ele teve sorte.<br />
Há meia centena de mortos só no Rio, seja em bairros pobres, seja na paradisíaca Angra dos Reis, deixando como mártir da virada do ano a menininha Mariana, de três anos, que passou horas soterrada, foi retirada sob o uivo doído e comovente de um bombeiro e acabou morrendo no hospital.<br />
Tragédias assim têm causas naturais, sim, mas têm também a enorme responsabilidade do poder público e o empurrão da imprevidência, da ganância ou da simples ignorância. E deixam um grito e um eco: prevenir, prevenir, prevenir. Porque, no que vem, tem mais.<br />
PS - Onde estava Sérgio Cabral?<br />
O candidato de fato à reeleição é o vice, Luiz Fernando Pezão?</p>
<p>
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<p>Página fonte: <a href="http://clippingmp.planejamento.gov.br/">Clipping Seleção de notícias</a></p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Eu corri a São Silvestre !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/01/eu-corri-a-sao-silvestre/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2010/01/01/eu-corri-a-sao-silvestre/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 17:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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Minutos antes da prova 





E não é que consegui?!
Estou rindo até agora. Foi muito legal! Curti a prova do começo ao fim.
Ontem, 31/12/2009, já acordei ansiosa com a corrida. Almocei no horário de sempre, nada muito pesado e `as 15:30h fomos para a avenida Paulista. Chegar lá é contagiante. As pessoas na rua andam de [...]]]></description>
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<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02415_2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/DSC02415_2.jpg',640,480,'DSC02415 2 - DSC02415 2'); return false;"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02415_2.jpg" alt="DSC02415 2 - DSC02415 2" title="DSC02415 2 - DSC02415 2" /></a></div><font face="Arial" size="1"><center>Minutos antes da prova </center></p>
<p>
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<p><font face="Arial" size="2"></p>
<p>E não é que consegui?!<br />
Estou rindo até agora. Foi muito legal! Curti a prova do começo ao fim.<br />
Ontem, 31/12/2009, já acordei ansiosa com a corrida. Almocei no horário de sempre, nada muito pesado e `as 15:30h fomos para a avenida Paulista. Chegar lá é contagiante. As pessoas na rua andam de um lado para outro em meio aos atletas que alongam-se. Crianças procuram os que estão fantasiados, pais com bebês de colo observam. O clima é de confraternização. Eu estava animada mas com um frio na barriga&#8230;</p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<div class="centralizado"><a href="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02417_2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/DSC02417_2.jpg',640,535,'DSC02417 2 - DSC02417 2'); return false;"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02417_2.jpg" alt="DSC02417 2 - DSC02417 2" title="DSC02417 2 - DSC02417 2" /></a></div></p>
<p>
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<p><font face="Arial" size="2"></p>
<p>Pouco antes da hora da largada fomos para perto do Masp. Uma multidão também estava lá conosco. Depois que a prova começou ainda esperamos mais de 15 minutos para começar a correr. Era muita gente. Nada de empurra-empurra. Nada de falta de educação. Um calorão. Já fui acompanhar o Fernando em muitas corridas de rua. E sempre me emociona esse momento: quando os corredores estão esperando para começar a prova. Estar ali é a etapa final depois de infinitos treinos, de muito esforço; a vontade de se superar paira no ar. Como espectadora acho essa hora mais tocante que a chegada. </p>
<p>Durante minha preparação para a São Silvestre eu ficava pensando no que poderia acontecer comigo nessa hora, na largada. E muitas vezes meus olhos ficavam marejados só de me imaginar ali, no meio da multidão, corajosa, me lançando na aventura de tentar completar a prova. Achei que eu ia chorar, que minhas pernas iam ficar bambas. Que nada!</p>
<p>Eu estava radiante. A ansiedade passou assim que comecei a correr. Eu estava tão feliz de estar ali! E essa sensação continuou durante os 15 km. Em todo o percurso há pessoas aplaudindo. E muitas situações hilárias! Quando estávamos no Minhocão havia uma mulher num apartamento que cantava no karaoke uma música da Madonna. Ela colocou o alto falante virado para fora e foi o som dela que embalou boa parte desse trecho. Maior balada! Na Barra Funda, um bairro residencial da cidade, famílias com cadeiras na calçada apreciavam o movimento enquanto as crianças com mangueiras (ou esguicho) nos davam um refresco, molhando quem queria. Uma delícia! Mas aí começou a ficar mais difícil. Continuou divertido, mas bem difícil. Era o meio da prova. Passamos pelo centro. Muitos bares, com mesas na calçada, churrasquinho, gente bebendo cerveja e nos oferecendo &#8216;uma geladinha&#8217;. Cruel. Logo depois, largo São Francisco e a temida Brigadeiro. Jizuizi, que subida interminável. Mas não parei!!!!!!! Quando entrei na Paulista, já pertinho do fim, eu não cabia em mim de felicidade. Outro momento que, na minha fantasia, ia me fazer chorar. Longe disso! Eu estava tão orgulhosa de mim, tão feliz, realizada. O Fernando não parava de me dar os parabéns. Foi muito gostoso!</p>
<p>A sensação de vitória é indescritível. Eu sempre quis correr a São Silvestre. Sempre admirei os que participavam dela. Mas pensava: &#8216;não é pra mim&#8217;. Eu achava que tinha que ser super-herói para participar da prova. E não precisa. Agora sei que não precisa. Muito esforço, determinação, coragem, concentração, força para vencer a preguiça, respeito pelos limites do corpo&#8230; tudo isso é sim essencial. Não é uma prova fácil.<br />
Estou tão feliz! Tão orgulhosa de mim!</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02420.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/DSC02420.jpg',480,640,'DSC02420 - DSC02420'); return false;"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02420.jpg" alt="DSC02420 - DSC02420" title="DSC02420 - DSC02420" /></a></div></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>Muito obrigada por vocês que torceram para que eu conseguisse. Vocês, sempre comigo, não?!<br />
Obrigada, de novo. Mais um capítulo para nossa história.<br />
E assim, terminou para mim, o ano de 2009.<br />
Que venha 2010. Estou pronta. Revigorada.<br />
Confiante para os novos desafios que certamente virão.<br />
Agora, mais ninja do que nunca!</p>
<p>Beijos, meus amores.</p>
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</p>
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<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02423.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/DSC02423.jpg',480,640,'DSC02423 - DSC02423'); return false;"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_DSC02423.jpg" alt="DSC02423 - DSC02423" title="DSC02423 - DSC02423" /></a></div></p>
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		<title>Feliz 2010!</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/12/29/feliz-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_foto_ano_novo_blog_1_copy.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/foto_ano_novo_blog_1_copy.jpg',1024,716,'foto ano novo blog 1 copy - foto ano novo blog 1 copy'); return false;"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_foto_ano_novo_blog_1_copy.jpg" alt="foto ano novo blog 1 copy - foto ano novo blog 1 copy" title="foto ano novo blog 1 copy - foto ano novo blog 1 copy" /></a></div></p>
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		<title>Feliz Natal!</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/12/21/feliz-natal-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 11:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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Vejo o pôr-do-sol como um presente divino.
Sempre que posso tento não perder a oportunidade de apreciar os instantes finais da nossa estrela iluminando a paisagem. Meu pensamento vai longe enquanto sinto a mudança de temperatura, observo as sombras e me entretenho com o lusco fusco. Adoro. Fiz esta foto em setembro deste ano. E já [...]]]></description>
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<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_natal_blog_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/natal_blog_1.jpg',539,768,'natal blog 1 - natal blog 1'); return false;"><img src="http://blog.reginavolpato.com.br/up/r/re/blog.reginavolpato.com.br/img/.resized_natal_blog_1.jpg" alt="natal blog 1 - natal blog 1" title="natal blog 1 - natal blog 1" /></a></div></p>
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<font face="Arial" size=2"><br />
Vejo o pôr-do-sol como um presente divino.<br />
Sempre que posso tento não perder a oportunidade de apreciar os instantes finais da nossa estrela iluminando a paisagem. Meu pensamento vai longe enquanto sinto a mudança de temperatura, observo as sombras e me entretenho com o lusco fusco. Adoro. Fiz esta foto em setembro deste ano. E já no momento em que ela foi clicada pensei em coloca-la aqui, na época do Natal. Minha intenção foi (e continua sendo) dividir o espetáculo com vocês. </p>
<p>Desejo a vocês, meus amores, tranquilidade e paz.<br />
Independente de crença ou religião, que possamos estar perto de quem amamos e, mais importante, que estejamos perto de nós mesmos. Viver sem desenvolver por inteiro o potencial que existe dentro de cada um de nós e acomodar-se com menos é ser tolo. Que tenhamos coragem para tirar as máscaras e os disfarces com os quais tentamos enganar a nós mesmos. Coragem para romper com o estabelecido e buscar o novo. Um novo dentro de nós. Uma nova maneira de ser, mais focada na colaboracão. Só com coragem é possível deixar de ser tolo e conquistar tranquilidade e paz.</p>
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<br />
Com todo meu afeto,</p>
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</p>
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<br />
Feliz Natal! </p>
<p><font face="Arial" size="2">
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		<title>Multiplicando Pães,  por Nilton Bonder</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/12/14/multiplicando-paes-por-nilton-bonder/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 12:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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 Multiplicando Pães 




Crise, palavra pessimista, foi trocada nos anos setenta pelo significado chinês de &#8220;oportunidade&#8221;, palavra otimista. No entanto, o pessimismo e o otimismo são lados de uma mesma moeda: o desejo de controle. O que não queremos aceitar é que uma crise é convulsão, é involuntária, é fronteira entre nossa atitude e a [...]]]></description>
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<p><font face="Arial" size="3"><center><b> Multiplicando Pães </font face="Arial" size="3"></center></b><br />
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<p><font face="Arial" size="2"></p>
<p>Crise, palavra pessimista, foi trocada nos anos setenta pelo significado chinês de &#8220;oportunidade&#8221;, palavra otimista. No entanto, o pessimismo e o otimismo são lados de uma mesma moeda: o desejo de controle. O que não queremos aceitar é que uma crise é convulsão, é involuntária, é fronteira entre nossa atitude e a vida.</p>
<p>A crise é percebida como escassez e se dá mais na relação com a vida do que na realidade. Esquecemos que a vida é em si abundância, um fenômeno para além do descrito por Darwin. Não é a competição que faz a vida, é o compartilhar; não é a escassez que determina o vencedor, mas a capacidade de se relacionar com o meio ambiente de uma forma abundante.</p>
<p>A ecologia, por exemplo, martela a idéia da escassez. Verdade que a mentalidade da falta favorece a contenção, mas também o desejo por acumulo, a competição e o foco na míngua. A penúria é sempre localizada na insuficiência do recurso e nunca na relação de insatisfação. E sobre isso muito tem a dizer o profeta bíblico. Há 25 séculos disseram que a grande evolução espiritual seria de ordem econômica e ética. E se daria na mudança de foco da escassez para a abundância. Não seria a oferta e a demanda que ditaria os valores, mas os valores internos que regulariam a relação com a oferta e a demanda do momento. E eles nos ofereceram um &#8220;case&#8221;, um modelo experimental:<br />
O profeta Eliseu se viu com cem homens tendo apenas vinte pães. Seu servo disse: &#8220;Como hei de pôr isto diante de cem homens? E disse ele: Dá para que comam; comerão, e sobejará&#8221;. Comeram e sobrou.</p>
<p>O racionalista lê esta passagem como piedosa desprovida de realidade. Já o crente a lê como uma prova de milagre, de que a realidade é moldável à moral e às expectativas de bondade. Ambas atendem ao desejo de controle e não abarcam o sentido do profeta. O profeta não produz mais pães. Só existem vinte. O que o ele promove é uma relação distinta com a vida. Para que vinte pães alimentem cem homens é necessária uma nova relação com estes recursos. Se o seu foco for a escassez irão matar uns aos outros. O que eles precisam é descobrir alternativas que resgatem a abundância. O profeta não interfere na realidade de oferta e demanda, mas estabelece uma nova relação com o recurso, uma nova economia. A fartura dessa nova relação se dá em ativos de natureza diferente. Há ativos do tipo &#8220;soma-zero&#8221; que não se reduzem e escasseiam na divisão. Óbvio isto não ocorre com a riqueza ou o poder, mas sim com o conhecimento, a confiança, a amizade, a gentileza e o amor. Esses artigos não rareiam com a divisão, ao contrário, se multiplicam. Só fazendo uso deste tipo de comodities vinte pães podem satisfazer e sobrar para cem homens. Somente elas poderão incluir uma nova metade esquecida da população mundial que quer desfrutar de abundância já que isso não se fará pelos recursos, mas por uma nova relação com a vida.</p>
<p>Nossa relação é equivocada. Olhamos o espaço e o percebemos escasso. A terra não é o lote, o hectare; mas a relação com a vida. Olhamos nosso tempo e o percebemos escasso. Os momentos não são as horas, os dias, a longevidade; mas as escolhas de cada instante. Não há escassez na interação que o espaço promove e não há escassez nas escolhas que o tempo permite.</p>
<p>As crises são advertências daquilo que é, mas não queremos aceitar. Não se trata de conformismo, mas economia. A multiplicação dos pães não virá nem por ilusão ou hiper-realismo. Estará sempre disponível à espécie que souber sair da zona de conforto e se guiar pela abundância, que é por onde a vida passa.</p>
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 <font face="Arial" size="1"><br />
Artigo publicado em:<br />
O GLOBO - 1º CADERNO - OPINIÃO - 27 de setembro de 2008 </font face="Arial" size="1"></p>
<p></p>
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<br />
 <font face="Arial" size="2"><br />
 <a href="http://www.niltonbonder.com/"target="_blank">Rabino Nilton Bonder </a></p>
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<p><font face="Arial" size="2"> </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nada como um bom amigo,  Klaus Manhart</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/12/07/nada-como-um-bom-amigo-klaus-manhart/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/12/07/nada-como-um-bom-amigo-klaus-manhart/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 17:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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 Nada como um bom amigoKlaus Manhart


A rede social do indivíduo está fortemente ancorada em seu funcionamento cerebral. Amigos propiciam bem-estar, asseguram saúde psíquica e prolongam a vida





Amigo é a melhor coisa do mundo. Nada mais verdadeiro, confirmam os psicólogos. Segundo estudos recentes, relações estáveis entre pessoas estimulam a saúde mental e física e até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
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<center><font face="Arial" size="3"> <b>Nada como um bom amigo</b></font face="Arial" size="3"></center><font face="Arial" size="1"><center>Klaus Manhart</font face="Arial" size="1"></center><br />
</p>
<p>
<center><font face="Arial" size="2"><b>A rede social do indivíduo está fortemente ancorada em seu funcionamento cerebral. Amigos propiciam bem-estar, asseguram saúde psíquica e prolongam a vida</b></center><br />
</p>
<p>
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<p>Amigo é a melhor coisa do mundo. Nada mais verdadeiro, confirmam os psicólogos. Segundo estudos recentes, relações estáveis entre pessoas estimulam a saúde mental e física e até mesmo prolongam a vida.</p>
<p>Contatos sociais parecem ter colaborado para que, na evolução, nosso cérebro se transformasse em órgão de alta capacidade. Robin Dunbar, da Universidade de Liverpool, já havia chegado a essa conclusão há alguns anos. O antropólogo e psicólogo evolucionista percebera que, nos macacos, havia relação entre o tamanho do cérebro e o número de integrantes do grupo: quanto mais elementos tivesse o bando de uma espécie, mais volumoso seria o córtex dos animais.</p>
<p>A partir daí, Dunbar criou uma hipótese sobre o &#8220;social brain&#8221; (cérebro social), segundo a qual o desenvolvimento das estruturas sociais teria impulsionado a evolução do cérebro. Pois, de acordo com ele, quanto maior o grupo, tanto mais informações sobre os outros indivíduos têm de ser processadas pelo cérebro para que o convívio social possa funcionar. Sendo assim, porém, a capacidade de processamento do cérebro também limitaria o tamanho de nosso círculo social - segundo Dunbar, aproximadamente 150 pessoas.  <a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/nada_como_um_bom_amigo.html"_blank">Continua</a><br />
</p>
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<p>Página fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/">Revista Mente e Cérebro</a></p>
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<p><font face="Arial" size="1"><b>Klaus Manhart</b> é filósofo e cientista social.<br />
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<font face="Arial" size="2"> </p>
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		</item>
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		<title>Dartmoor</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/11/30/dartmoor/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/11/30/dartmoor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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		<description><![CDATA[











Dartmoor from James Watson on Vimeo.








Dartmoor é um parque, na Inglaterra.
Achei lindas as imagens deste vídeo!
Além de estarem em sintonia com os recentes textos
sobre meio ambiente que foram publicados aqui.
Espero que gostem. 

Beijos, meus queridos.  

Clique aqui para o site oficial do Dartmoor National Park.




]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
</p>
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</p>
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</p>
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<center><object width="548" height="233">
<param name="allowfullscreen" value="true" />
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<p><a href="http://vimeo.com/2227861">Dartmoor</a> from <a href="http://vimeo.com/jameswatson">James Watson</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<font face="Arial" size="2"><br />
<center>Dartmoor é um parque, na Inglaterra.<br />
Achei lindas as imagens deste vídeo!<br />
Além de estarem em sintonia com os recentes textos<br />
sobre meio ambiente que foram publicados aqui.<br />
Espero que gostem. </p>
<p>
<br />Beijos, meus queridos. </center> </p>
<p><a href="http://www.dartmoor-npa.gov.uk/" target="_blank"></p>
<p><center>Clique aqui para o site oficial do Dartmoor National Park.</center></font face="Arial" size="2"></a><br />
</center></p>
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<font face="Arial" size="2"></p>
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		<title>Ecologistas de concreto</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/11/23/ecologistas-de-concreto/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/11/23/ecologistas-de-concreto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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 Ecologistas de concretoMaurício Moraes




Os mais novos defensores do meio ambiente têm cérebros eletrônicos e um corpo feito de aço e concreto. Embora alguns deles possam medir mais de 100 metros de altura, procuram causar o menor impacto possível nos enormes terrenos onde estão instalados. Os edifícios ecológicos, que já começam a aparecer nas cidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
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<center><font face="Arial" size="3"> <b>Ecologistas de concreto</b></font></center><font face="Arial" size="1"><center>Maurício Moraes</font face="Arial" size="1"></center></p>
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<p><font face="Arial" size="2"></p>
<p>Os mais novos defensores do meio ambiente têm cérebros eletrônicos e um corpo feito de aço e concreto. Embora alguns deles possam medir mais de 100 metros de altura, procuram causar o menor impacto possível nos enormes terrenos onde estão instalados. Os edifícios ecológicos, que já começam a aparecer nas cidades brasileiras, usam múltiplas tecnologias para economizar energia e água. Nem por isso são menos eficientes ou confortáveis do que os prédios tradicionais. Ao contrário.</p>
<p>A multiplicação de construções que levam em conta a sua sustentabilidade se tornou uma tendência mundial. Até abril, havia 2 706 edifícios em todo o planeta com certificação Leed — sigla para Leadership in Energy and Environmental Design, que pode ser traduzida como Liderança em Energia e Design Ambiental —, uma das mais conceituadas nessa área. Outros 22 863 prédios aguardavam a análise do U.S. Green Building Council (USGBC), organização não lucrativa responsável pela concessão do título.</p>
<p>Depois que o órgão ganhou representação oficial no Brasil, em 2007, houve um boom de pedidos de avaliação no país. Por enquanto, há apenas quatro pequenos prédios certificados, mas mais de 40 já estão na fila de espera. O processo é rigoroso e demorado. “A construção desses edifícios pode eventualmente sair mais cara, mas a economia gerada faz que o gasto extra se pague a curto ou médio prazo”, diz Nelson Kawakami, diretor-executivo do GBC Brasil. Entre os que aguardam resposta está o Eldorado Business Tower, inaugurado em outubro de 2007 em São Paulo.</p>
<p> <a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/ecologistas-de-concreto-27082009-9.shl">Continua</a><br />
</p>
<p>
</p>
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<p>Página fonte: <a href="http://info.abril.com.br/" target="_blank">Revista Info Exame</a></p>
<p></p>
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</p>
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</p>
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<font face="Arial" size="2"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>A cidade é nosso meio ambiente</title>
		<link>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/11/16/a-cidade-e-nosso-meio-ambiente/</link>
		<comments>http://blog.reginavolpato.com.br/2009/11/16/a-cidade-e-nosso-meio-ambiente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		
		<category>Corrente do Bem</category>

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 A cidade é nosso meio ambienteThays Prado - Edição: Mônica Nunes  


 Os arquitetos Sylvio Podestá e Jaime Lerner, o diretor do Instituto Cidade Jardim, Sérgio Rocha, e o artista Jean Paul Ganem, mostram que, com um pouco mais de verde e, especialmente, de respeito com os de nossa espécie, poderemos voltar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
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<center><font face="Arial" size="3"> <b>A cidade é nosso meio ambiente</b></font></center><font face="Arial" size="1"><center>Thays Prado - Edição: Mônica Nunes  </font face="Arial" size="1"></center><br />
</p>
<p><font face="Arial" size="2"><b><br />
 Os arquitetos Sylvio Podestá e Jaime Lerner, o diretor do Instituto Cidade Jardim, Sérgio Rocha, e o artista Jean Paul Ganem, mostram que, com um pouco mais de verde e, especialmente, de respeito com os de nossa espécie, poderemos voltar a viver de forma mais integrada com a natureza, sentir que também fazemos parte do meio ambiente, e que as cidades se tornaram, há muito tempo, nosso habitat natural.</b><br />
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>A natureza está distante de nós, especialmente nas grandes cidades, em que, muitas vezes, ela se resume a um vasinho de planta esquecido na área de serviço ou a um cachorro que levamos duas vezes ao dia para passear – no máximo. Quando precisamos de um alívio em relação ao tumulto urbano, passamos um tempo no parque – só não dá para ir embora muito tarde! é uma questão de segurança&#8230; – ou vamos para a praia, que, aliás, nos parece sempre cheia demais.</p>
<p>Preocupados em sobreviver na “lei da selva” dos seres humanos, nos esquecemos de que também somos natureza, de que todas as pessoas fazem parte da mesma espécie, não importa quais sejam a etnia, a língua, a orientação sexual, a profissão, os hábitos de vida ou quanto dinheiro têm no bolso ou no banco. No reino da individualidade, onde o mais forte prevalece por questões que vão muito além da busca pela sobrevivência, sequer nos damos conta de que as cidades onde moramos são o nosso meio ambiente e que podemos ter uma convivência mais harmônica e integrada se cuidarmos delas como nosso lar.<br />
<a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/conteudo_474179.shtml?func=1&#038;pag=0&#038;fnt=9pt">Continua</a><br />
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>Página fonte: <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/home/">Planeta Sustentável</a></p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
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</p>
<p>
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</p>
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</p>
<p></p>
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<font face="Arial" size="2"> </p>
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